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dc.contributor.authorHiramatsu, Nelson Akirapt_BR
dc.contributor.otherArce, Julio Eduardopt_BR
dc.contributor.otherSanquetta, Carlos Roberto, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-16T17:04:25Z
dc.date.available2013-05-16T17:04:25Z
dc.date.issued2013-05-16
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30064
dc.description.abstractResumo: O presente estudo teve como objetivo ajustar e comparar quanto às estatísticas de ajuste as melhores equações de volume de simples e dupla entrada, para quantificar volumes comerciais de espécies nativas de floresta de terra firme da região do Vale do Jari, no estado do Pará (Amazônia Oriental). É usual na região amazônica, a altura comercial da árvore, quando coletada, ser obtida via estimativa visual e para a comparação o ajuste da equação de dupla entrada foi considerado o erro obtido pela estimativa visual da altura comercial dos dados coletados. Os dados utilizados para ajuste provêm de dados de 14.490 árvores, de 25 espécies, que estavam distribuídas numa área total de 3.786 ha inseridas no Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) da empresa Orsa Florestal S/A. Foram coletados dados de circunferência à altura do peito (CAP), altura comercial estimada (he - obtida antes da derruba), altura comercial real (hc), e dados de cubagem (comprimento e circunferência no centro das toras) para reconstrução do volume da árvore pelo método de Huber. Para o ajuste os dados de circunferência à altura do peito (CAP) foram convertidos para diâmetro à altura do peito (DAP). As variáveis independentes formadas pelo diâmetro à altura do peito (DAP) e variáveis independentes formadas pelo DAP e altura comercial (hc) apresentaram melhores valores de correlação com a variável volume. Foram testados 12 modelos volumétricos, sendo 4 modelos de simples entrada (3 aritméticos e 1 logarítmico), 8 modelos de dupla entrada (4 aritméticos e 4 logarítmicos) e ainda 2 ajustes pelo método de ajuste Stepwise Forward (1 aritmético e 1 logarítmico). Os 14 modelos foram testados para 7 agrupamentos de dados: o primeiro formado pelos dados de todas as 25 espécies encontradas (coletadas), e as demais formadas separadamente por espécie para as espécies: Angelim-pedra (Hymenolobium petraeum Ducke), Angelim-vermelho (Dinizia excelsa Ducke), Cumaru (Dipteryx odorata (Aubl.) Willd.), Jatobá (Hymenaea courbaril L.), Louro faia (Roupala montana Aubl. (Aubl.) Decne & Planch) e Maçaranduba (Manilkara huberi (Ducke) Cheval). As melhores equações para simples e dupla entrada foram obtidas pelos modelos de variáveis aritméticas. As melhores equações de simples entrada de modo geral apresentaram resultados com melhores estatísticas de ajuste quando comparadas as melhores equações de dupla entrada (já considerando o erro pelo uso da estimativa visual dos dados coletados). Contudo os valores das estatísticas de ajuste entre as equações de simples e dupla entrada foram bastante próximos e ficou evidenciado possibilidade de melhoria das estatísticas de ajuste para os modelos de dupla entrada desde que haja redução do erro de estimativa visual da altura comercial (he), podendo as estatísticas de ajuste dos modelos de dupla entrada chegar a ser melhores que as de simples entrada.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleEquações de volume comercial para espécies nativas na Região do Vale do Jari, Amazônia Orientalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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