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dc.contributor.authorPereira, Simone Crocettipt_BR
dc.contributor.otherCunha, João Carlos da, 1949-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduaçao em Administraçaopt_BR
dc.date.accessioned2013-05-24T17:15:48Z
dc.date.available2013-05-24T17:15:48Z
dc.date.issued2013-05-24
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29935
dc.description.abstractResumo: O ambiente externo das empresas mostra-se cada vez mais dinâmico e complexo, exigindo vigilância e flexibilidade adaptativa das organizações. Nas pesquisas sobre questões externas às empresas, o ambiente costuma ser tratado em sua totalidade, gerando estudos sobre tendências ou características sociais, mercadológicas ou tecnológicas, por exemplo. No entanto, essas mudanças ambientais foram compostas a partir da ocorrência de uma série de eventos que se interconectaram. Logo, as organizações precisam estar atentas e aprender a agir proativamente em relação aos eventos ambientais, pois eles podem deflagrar alterações que exigirão mudanças em nível estratégico, tático ou operacional com foco na manutenção ou aumento da competitividade. Esta pesquisa tem como tema a análise de quais aspectos e os relacionamentos entre eles devem ser considerados ao avaliar os impactos de um evento. Para atingir o objetivo, foram conduzidos estudos das referências teóricas e empíricas que tratam de monitoramento ambiental, tipologia de eventos surpresa, gestão de riscos e monitoração de sinais fracos. Para permitir a emergência do modelo, dados foram coletados na área substantiva de empresas de serviços intensivos em conhecimento, que atuam em ambiente externo turbulento, que, de forma aplicada, é o ambiente das operadoras de telecomunicações. Inicialmente foi aplicado o método grounded theory com a finalidade de captar as percepções dos gestores sobre quais categorias deveriam ser consideradas no impacto de um evento ambiental, pois se verificou que a teoria, na área substantiva, é incipiente. As categorias foram detalhadas em propriedades, dimensões qualitativas e relacionamentos para permitir a acomodação de diversas possibilidades de impactos, visto que cada empresa percebe os eventos de forma diferente. Na sequência, as categorias foram organizadas e relacionadas de forma a compor um modelo de avaliação de impactos, o qual foi submetido à análise e ao julgamento de especialistas atuantes na área substantiva, por meio de uma aproximação da técnica Delphi, com objetivo de validá-lo. A partir da análise por estatística descritiva e da consideração das sugestões, foram realizados ajustes, resultando em um modelo e em uma teoria substantiva para avaliação de impactos estratégicos de eventos ambientais. A pesquisa indicou que os impactos são avaliados tendo como categoria central o "modelo de negócio", um constructo que permite uma linguagem comum entre os diversos stakeholders e os diferentes perfis profissionais. O modelo de negócio é composto por três subprocessos. O primeiro, "analisar", permite, por meio de alguns aspectos, perceber a insustentabilidade do modelo de negócio; o segundo, "decidir", é o momento de escolha de um caminho; e, por fim, o "determinar", avalia alguns aspectos alinhados com o que foi decidido. Apenas quando se realiza uma análise, que pode ser iterativa e recursiva, de todos os aspectos dos subprocessos do modelo de negócio, é que a empresa tem a visão holística dos impactos de um evento e deveria iniciar as ações de resposta.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectResponsabilidade social da empresapt_BR
dc.subjectGestão ambientalpt_BR
dc.subjectImpacto ambientalpt_BR
dc.subjectPlanejamento estratégico - Aspectos ambientaispt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleResposta estratégica a impactos de eventos ambientaispt_BR
dc.typeTesept_BR


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