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dc.contributor.authorDau, Leonardopt_BR
dc.contributor.otherCunha, Luiz Antonio Munhoz dapt_BR
dc.contributor.otherAbagge, Marcelopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Clínica Cirúrgicapt_BR
dc.date.accessioned2013-05-28T11:49:50Z
dc.date.available2013-05-28T11:49:50Z
dc.date.issued2013-05-28
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29892
dc.description.abstractResumo: Objetivo: O objetivo do presente estudo foi comparar a resistência da cicatrização, com relação a tensão máxima, força máxima e força de ruptura do tendão infra-espinhal de ratos, submetidos a inoculação de corticoides após a lesão e reparos experimentais. Material e método: 60 ratos Wistar foram submetidos a tenotomia do tendão infra-espinhal e suturados. Prévio à cirurgia foram divididos em grupo controle (C) inoculados com soro e grupo de estudo (E) inoculados com corticoides sobre o tendão. Após o reparo os ratos foram sacrificados em grupos de 10 indivíduos do grupo controle e 10 do grupo de estudo em intervalos de 1 semana (C1 e E1), 3 semanas (C3 e E3) e 5 semanas (C5 e E5). Os ratos foram dissecados separando o tendão infra-espinhal com o úmero. As peças de estudo foram submetidas a teste de tração e avaliados: tensão máxima (kgf/cm2), força máxima (kgf) e força de ruptura (kgf) e comparado o grupo de estudo com os respectivos grupos controle. Resultados: Dentre os ratos sacrificados com 1 semana observamos maior tensão máxima do grupo C1 em comparação com o grupo E1. As variáveis força máxima (kgf), força de ruptura (kgf); não diferiram estatisticamente entre os grupos pesquisados. Da mesma forma nos ratos sacrificados com 3 semanas o grupo C3 mostrou apenas resistência maior na tensão máxima em comparação com o grupo E3 (p=0.007), as demais variáveis não apresentaram diferenças. Nos ratos sacrificados com 5 semanas (C5 e E5), nenhum dos parâmetros estudados apresentou diferenças estatísticas. Concluímos que o corticoide diminui a resistência à tensão máxima nos grupos em uma e três semanas em comparação com os respectivos grupos controle. Os demais parâmetros não tiveram diferença entre o grupo de estudo e o grupo controle.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectBainha rotadorapt_BR
dc.subjectCorticosteroidespt_BR
dc.subjectBiomecanicapt_BR
dc.subjectTendõespt_BR
dc.titleInfluência do corticoide na cicatrização do manguito rotador de ratospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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