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dc.contributor.advisorMarques, Vera Regina Beltrãopt_BR
dc.contributor.authorLemos, Marilene Brumpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.date.accessioned2018-08-28T17:31:12Z
dc.date.available2018-08-28T17:31:12Z
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/2987
dc.descriptionOrientadora: Vera Regina Beltrao Marquespt_BR
dc.descriptionDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educaçao, Programa de Pós-Graduaçao em Educaçao. Defesa: Curitiba, 2004pt_BR
dc.descriptionInclui bibliografia e anexospt_BR
dc.description.abstractResumo: O presente estudo objetiva identificar os momentos em que a lógica da produtividade capitalista se tornou mais evidente durante o processo de formação do enfermeiro no Brasil. A crítica que se realiza à formação profissional da enfermagem é apresentada com base nos determinantes sociais, políticos e econômicos que influenciaram o ensino e a prática da enfermagem no país, bem como na elaboração das leis e normas que regularam as atividades da educação universitária, média, fundamental e dos cursos de capacitação, além de nortear as ações de saúde desenvolvidas ao longo dos períodos analisados. Insere-se numa perspectiva materialista histórica com a preocupação teórica de analisar a realidade social de cada época específica, no contexto do desenvolvimento das forças produtivas. A inserção da enfermagem como profissão no Brasil tem início com a instauração do capitalismo e traz consigo as prerrogativas próprias desse sistema de produção, pela utilização de normas e técnicas de enfermagem bem definidas, aplicáveis a partir da divisão de tarefas e hierarquia das funções. Entretanto, ainda não apresenta princípios científicos bem definidos. As mudanças ocorridas desde a acumulação primitiva do capital até a fase imperialista, produziram mutações tecnológicas e organizacionais, alcançando todos os níveis das organizações sociais, afetando o setor de serviços, que também se submeteu à racionalidade do capital. No Brasil, assim como nos demais países em desenvolvimento, essa racionalidade leva à centralidade da educação e da saúde nas orientações das políticas de intervenção deliberada, colocadas em prática por organismos internacionais. O atual ajustamento da educação e da organização dos serviços de enfermagem aos padrões tayloristas/fordistas não interessam mais a nova ordem social, portanto, na medida em que tal contradição se estabelece, devem surgir novas formas de ajustamento ou de enfrentamento à atual política neoliberal, cabendo a própria categoria de enfermagem, a delimitação deste espaço profissional. Palavras-chave: Enfermagem; educação; capitalismo; políticas neoliberais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present study objectives to identify the moments where the logic of the capitalist productivity became more evident during the formation process of the nurse in Brazil. The critical one that is done on the professional formation of the nursing is presented on the basis of determinative the social ones, economic politicians and who had influenced the education and the practical one of the nursing in the country, as well as in the elaboration of the laws and norms that had regulated the activities of the university education, average, basic and of the courses of qualification, besides guiding the actions of health developed the long one of the analyzed periods. It inserts in a historical materialistic perspective with the theoretical concern to analyze the social reality of each specific time, in the context of the development of the productive forces. The insertion of the nursing as profession in Brazil has beginning with the instauration of the capitalism and brings obtains the proper prerogatives of this system of production, for the use of norms and techniques of nursing well definite, applicable from the division of tasks and hierarchy of the functions. However, still it does not present well definite scientific principles. The occurred changes since the primitive accumulation of the capital until the imperialist phase had produced technological and organizational mutations, reaching all the levels of the social organizations, affecting the sector of services that also was submitted to the rationality of the capital. In Brazil, as well as in the too much developing countries, this rationality leads to the centrality of the education and the health in the orientation of the politics of deliberated intervention, placed in practical for international organisms. The current adjustment of the education and the organization of the services of nursing to the tayloristas/fordistas standards does not interest more to the new social order, therefore, in the measure where such contradiction if establishes, new forms must appear of adjustment or confrontation to the current neoliberal politics, fitting the proper category of nursing, the delimitation of this professional space. Key words: Nursing; education; capitalism; neoliberal politics.pt_BR
dc.format.extentx, 166f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subjectNeoliberalismopt_BR
dc.subjectDissertações - Educaçãopt_BR
dc.titleA lógica da produtividade capitalista e suas manifestaçoes na formaçao do enfermeiropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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