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dc.contributor.authorSobanski, Natachapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Ecologia e Conservaçaopt_BR
dc.contributor.otherMarques, Marcia Cristina Mendespt_BR
dc.date.accessioned2013-08-06T16:09:31Z
dc.date.available2013-08-06T16:09:31Z
dc.date.issued2013-08-06
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29789
dc.description.abstractResumo: A pecuária constitui uma das atividades mais degradantes dos ecossistemas florestais devido ao tipo de manejo dado ao solo e por provocar a perda de interações ecológicas importantes. Neste contexto, a restauração florestal de pastagens abandonadas é um grande desafio para a ecologia da restauração. Apesar de existirem estudos que busquem identificar as barreiras que dificultam a recuperação da vegetação após o abandono de pastagens, áreas de agricultura e fogo, estudos que abordem especificamente os efeitos do tipo de gramíneas utilizada para pastagem, condições de solo e tipo de manejo do solo sobre a regeneração natural de florestas tropicais ainda são incipientes. Estes estudos são cruciais para que sejam implementadas estratégias eficazes de restauração e propostas concretas para a conservação da Floresta Atlântica. No presente estudo foram avaliados, durante o período de 12 (doze) meses, os efeitos resultantes da presença de gramíneas forrageiras, do tipo de solo e do tipo de manejo de solo sobre o desempenho de plântulas em áreas de restauração florestal em pastagem abandonada na Floresta Atlântica, no município de Antonina, Paraná. Para tanto, comparou-se a sobrevivência e o crescimento de duas espécies tropicais arbóreas (Inga edulis e Campomanesia xanthocarpa) em áreas com diferentes espécies de pastagem (Urochloa cf humidicola e Urochloa arrecta), tipos de solo (Gleissolo e Cambissolo) e condição de manejo do solo (com e sem revolvimento) a fim de testar quais desses fatores são mais importantes para limitar os processos de restauração. O tipo de solo foi o principal fator a afetar negativamenteo crescimento e a sobrevivência de mudas de árvores nativas em áreas de pastagem abandonada, seguido pela espécie de gramínea utilizada para pastagem, mostrando que, apesar de diversos estudos apontarem a presença de gramíneas forrageiras como principal fator limitante para a sobrevivência e crescimento de espécies utilizadas para a restauração em florestas tropicais, na Mata Atlântica, as condições edáficas são o fator que influencia mais significativamente o desempenho das plântulas. Apesar das condições nutricionais dos dois solos avaliados apresentarem poucas diferenças entre si, o crescimento e a sobrevivência de plântulas foram significativamente mais elevados em Cambissolo, quando comparadas às condições de Gleissolo, sugerindo que as condições de hidromorfia características do Gleissolo reduziram o crescimento de plântulas. O maior desempenho de Inga edulis em altura e diâmetro nas áreas de estudo, quando comparada com Campomanesia xanthocarpa, sugere que, em áreas de pastagem abandonadas, deve-se priorizar espécies de rápido crescimento e adaptada às condições edáficas, a fim de aumentar o sucesso da restauração.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectArvores - Mata Atlanticapt_BR
dc.subjectReflorestamentopt_BR
dc.titleCrescimento e sobrevivência de espécies arbóreas da mata atlântica em áreas de restauração florestalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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