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dc.contributor.authorFerreira, Juliano César Regopt_BR
dc.contributor.otherNeuffer, Danielapt_BR
dc.contributor.otherAmaral, Karen Juliana dopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Tecnologia. Programa de Mestrado profissional em Meio Ambiente Urbano e Industrialpt_BR
dc.date.accessioned2013-03-13T18:44:43Z
dc.date.available2013-03-13T18:44:43Z
dc.date.issued2013-03-13
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29741
dc.description.abstractResumo: Os micropoluentes emergentes são substâncias que não foram previamente incluídas em programas nacionais ou internacionais de monitoramento e vêm sendo introduzidos no meio ambiente através das atividades antropogênicas. Uma grande parte destes contaminantes não são ou são parcialmente removidos pelos sistemas de tratamento de esgoto convencionais, e podem apresentar um efeito deletério ao ser humano e ao meio ambiente. Com isso, para uma remoção adicional destes micropoluentes do esgoto é necessário a adoção de tecnologias avançadas de tratamento, dentre as quais se encontram a adsorção em carvão ativado em pó (CAP). Avaliou-se a remoção de quinze micropoluentes emergentes do efluente secundário da ETE Büsnau, localizada em Stuttgart, na Alemanha, pelo processo de adsorção em CAP. Os micropoluentes avaliados pertencem aos fármacos, produtos de cuidado pessoal (PCPs), retardadores de chama e plastificantes organofosforados (RCPOs) e outros (MTBT e BT). Estudou-se a influência do uso de três tipos diferentes de CAP: Norit, Silcarbon e Merck, com três diferentes tempos de contato: 15, 30 e 40 minutos e dosagens do produto: 5, 10, 20 e 40 mg/L. Dos fatores envolvidos com o tratamento, identificou-se que a variável mais relevante é a dosagem de CAP. Dentre os CAPs estudados o Norit apresentou os melhores resultados de remoção e o tempo de contato estabelecido como ideal foi de 30 minutos. Nesta configuração, foram identificadas remoções da carga total de micropoluentes na ordem de 45% na dosagem de 5 mg/L, de 70% para 10 mg/L de CAP e de 92% para a dosagem de 20 mg/L. Nos fármacos foram alcançadas eficiências de remoção superiores ou próximas a 80% com uma dosagem de 10 mg/L do produto, enquanto que na dosagem de 20 mg/L os compostos atingiram desempenhos superiores a 90%. Para os PCPs o DEET foi o único que apresentou remoções inferiores a 75% com a dosagem de 10 mg/L de CAP, e na dosagem de 20 mg/L foram atingidas remoções superiores a 90% para todos os PCPs. Os RCPOs apresentaram remoções variando de 49% (TCEP) a 91% (TDCP) para a dosagem de 10 mg/L e para 20 mg/L foram atingidas remoções de 86% (TCEP) a 99% (TDCP). Por último, o MTBT e o BT obtiveram remoções iguais ou superiores a 60%, já na dosagem inicial de 5 mg/L de CAP. Portanto, o tratamento com CAP se apresentou eficaz na remoção dos poluentes alvo deste estudo. Além disso, foi realizado um comparativo pontual, avaliando a presença de micropoluentes orgânicos entre efluentes secundários da ETE Büsnau,Stuttgart-Alemanha e da ETE Belém, Curitiba-Brasil. Neste comparativo não apresentaram-se diferenças significativas da presença de micropoluentes emergentes nos efluentes, mas inesperadamente na ETE Belém, foram identificados poluentes clássicos como pesticidas, herbicidas e fungicidas, com concentrações de até 1,6 ?g/L do herbicida Clomazon.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectEsgotospt_BR
dc.subjectEfluente - Qualidadept_BR
dc.subjectCarbono ativadopt_BR
dc.titleRemoção de micropoluentes emergentes em efluentes sanitários através de carvão ativadopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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