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dc.contributor.advisorLacerda Filho, Luizpt_BR
dc.contributor.authorModesto, Marilza de Jesuspt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Saúde da Criança e do Adolescentept_BR
dc.contributor.otherErichsen, Oscar Amauript_BR
dc.date.accessioned2013-01-02T17:16:46Z
dc.date.available2013-01-02T17:16:46Z
dc.date.issued2013-01-02
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29081
dc.description.abstractResumo: O hormônio de crescimento (GH), além de promover o crescimento linear, é crucial para aquisição dos picos de massa muscular e massa óssea. Pacientes com deficiência de GH (DGH) que atingiram estatura final, na fase de transição (FTR) geralmente apresentam musculatura diminuída, densidade mineral óssea (DMO) baixa, excesso de gordura e diminuição da força muscular. O objetivo deste estudo foi avaliar a composição corpórea e força muscular de indivíduos do sexo masculino com DGH na FTR, tratados com hormônio de crescimento recombinante (rhGH) durante a infância e adolescência. Foram avaliados 18 pacientes com DGH, tratados na Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR) e 18 indivíduos adultos jovens saudáveis, do mesmo sexo e faixa etária, que constituíram o grupo controle (GC). Foi realizado teste da hipoglicemia insulínica (ITT) nos pacientes com DGH e de todos os indivíduos foram obtidos: Insulin-like Growth Factor-I (IGF-1) total, testosterona total, LH, FSH, T4 total e livre, cortisol e perfil bioquímico sanguíneo. DMO, massa magra e massa gorda foram medidas por DEXA (Dual X-Ray Absorptiometry); força muscular dinâmica, expressa em valores de pico de torque extensor (PTE) e flexor (PTF) e picos de torque extensor e flexor em relação a peso corporal (PTEPC e PTFPC) de joelho foi medida por dinamômetro isocinético. De acordo com o pico de GH (ng/mL) no ITT e valor de IGF-I, os pacientes foram divididos em: a) deficiência de GH na FTR (DGHT, n = 9): pico < 3,0 e IGF-I < -2DP; b) suficiência de GH na FTR (SGHT, n = 9): pico > 5,0 e IGF-I normal. As médias de idade cronológica atual (em anos decimais) dos grupos foram: DGHT = 26,11 ± 3,79; SGHT = 21,55 ± 1,94 e GC = 24,78 ± 0,70 (p < 0,01). O tempo de tratamento (anos decimais) do DGHT foi de 6,15 ± 2,05 e do SGHT de 3,97 ± 0,51 (p < 0,01). A estatura atual em Z-escore do grupo DGHT variou de -2,13 a 0,13, com mediana de -0,95; do SGHT de -2,7 a -0,25, com mediana de -0,76, e do GC de -2,10 a -0,02, com mediana de -1,11 (p = 0,47). Massa magra (MM) e Massa Gorda (MG) foram diferentes entre DGHT e SGHT em relação ao GC (p < 0,001 e p < 0,05). Os valores de DMO (corpo total e coluna lombar) foram menores nos pacientes do grupo DGHT quando comparados aos dos grupos SGHT e GC (p < 0,05). Os valores de PTE, PTF e PTEPC do grupo DGHT foram inferiores aos dos valores do grupo GC (p < 0,05). Pacientes portadores de DGH deste estudo, tratados durante a infância e adolescência com rhGH, apesar de alcançarem estatura final igual a estatura alvo, apresentam alterações da composição corpórea e da força muscular na fase de transição.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectHormônio do Crescimentopt_BR
dc.subjectDensidade ósseapt_BR
dc.subjectForça muscularpt_BR
dc.titleComposição corpórea e força muscular durante a fase de transição em pacientes tratados com hormônio de crescimento recombinantept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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