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dc.contributor.advisorGil Filho, Sylvio Fausto, 1963-pt_BR
dc.contributor.authorSchlögl, Emerlipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Geografiapt_BR
dc.date.accessioned2013-11-14T11:58:21Z
dc.date.available2013-11-14T11:58:21Z
dc.date.issued2013-11-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/29066
dc.description.abstractResumo: Este trabalho de tese se realizou a partir do estudo das espacialidades arquetípicas femininas encontradas no "Agrupamento Gralha Azul", que abrange os municípios de Curitiba, Campo Largo, São José dos Pinhais, Colombo, Pinhais e Piraquara. O agrupamento é uma estratégia de organização adotada pela Fé Bahá'í, uma religião que surgiu na Pérsia, atual Irã, no século XIX. Para a efetivação desta análise estabeleceu-se o diálogo entre a Geografia da Religião e a Psicologia Analítica de Karl Gustav Jung levando-se em consideração a abordagem fenomenológica. Com base em Paul Ricoeur se considerou o reconhecimento do Outro e a presença da metáfora nos discursos religiosos e também embasou-se a reflexão textual e de observação de campo na perspectiva do mundo vivido e compartilhado por meio de formas simbólicas, a partir dos pressupostos de Ernest Cassirer, onde a religião surge como linguagem peculiar constitutiva de uma forma simbólica própria. Após a construção teórica de uma estrutura de raciocínio geográfico partiu-se para a escuta atenta dos discursos dos entrevistados e das entrevistadas, favorecendo à pesquisa o processo de conscientização de aspectos inconscientes vinculados à personalidades femininas reais da história bahá'í. Estas figuras se transformaram em símbolos condensando a energia psíquica e representacional dos arquétipos. Estes símbolos arquetípicos do feminino marcaram espacialidades religiosas do "Agrupamento Gralha Azul" com características próprias, constituindo-se em expressões que se objetivam por meio de ações, mas que tem seu nascedouro nas fontes do inconsciente compartilhado, que gera símbolos, inspira comportamentos e, portanto, delineia espacialidades. Identificaram-se, neste agrupamento, três modelos arquetípicos espacializados, são eles: mãe, educadora e heroína. Cada um com significações específicas e capaz de inspirar comportamentos e influenciar na organização dos trabalhos. Enfim, capazes de atuar como formas simbólicas arquetípicas de modelagem de espacialidades femininas no "Agrupamento Gralha Azul".pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectBahaismopt_BR
dc.subjectMulheres e religiãopt_BR
dc.subjectComunidades religiosaspt_BR
dc.titleConformação simbólica das espacialidades arquetípicas femininaspt_BR
dc.typeTesept_BR


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