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dc.contributor.advisorSoethe, Paulo Astor, 1968-pt_BR
dc.contributor.authorPavloski, Evanirpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2019-11-26T13:01:10Z
dc.date.available2019-11-26T13:01:10Z
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/29051
dc.descriptionOrientadora: Prof. Dr. Paulo A. Soethept_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 17/02/2012pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 351-355pt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo do presente trabalho é desenvolver uma análise comparativa entre as obras Admirável mundo novo e A ilha, de autoria do autor britânico Aldous Leonard Huxley e inscritas na chamada literatura utópica / distópica. Após discorrer sobre a perenidade e a relevância do utopismo enquanto expressão substancialmente crítica do pensamento humano ao longo dos séculos, focalizamos a representatividade das projeções utópicas como signos da modernidade e mecanismos de problematização da realidade experimental nos séculos XIX e XX. Nesse contexto, defendemos a influência da sensibilidade romântica nas figurações ficcionais de Huxley, aspecto que o caracteriza como um autor vinculado à corrente ideológica denominada por Lukács de romantismo anticapitalista. Ao longo da análise, demonstramos que elementos problemáticos das projeções utópicas - o apagamento das individualidades e a consequente normalização das identidades, a alienação e o impulso materialista - são utilizados por Huxley como instrumentos de crítica à expansão do racionalismo capitalista. Comprovamos no decorrer da argumentação que tal processo de contestação se efetiva tanto pela radicalização distópica em Admirável mundo novo, quanto pela destruição do idílio utópico em A ilha. A complementariedade das duas perspectivas, portanto, fornece subsídios para apontar a dicção literária de Aldous Huxley como uma das mais críticas de seu tempo.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The aim of this work is to develop a comparative analysis between Brave New World and Island, literay works written by the English writer Aldous Leonard Huxley and belonging to the utopian / dystopian literature. After some considerations about the perenniality and relevance of the utopian imagination as a substantially critical expression of human thought throughout the centuries, we focus on the importance of the utopian projections as signs of the modernity and critical tools over the experimental reality in the 19th and 20th centuries. In this context, we defend the influence of the romantic sensitiveness on Huxley's fictional figurations, aspect which defines him as part of the ideological current named by Lukács as anti-capitalist romanticism. As we develop the analysis, we show that some problematic elements from the utopian projections - the obliteration of individuality and the consequent normalization of identities, the alienation and the materialistic impulse are taken by Huxley as means to criticize the spreading of the capitalist rationalism. As we demonstrate along the discussion, such contestation process is conveyed through both the dystopian radicalization in Brave New World and the destruction of the utopian idyll in Island. Thus, the completion of these two perspectives gives us material to mark Huxley's literary discourse as one of the most critical voices of his time.pt_BR
dc.format.extent355f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectHuxley, Aldous, 1894-1963 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectTeses - Históriapt_BR
dc.subjectUtopias na literaturapt_BR
dc.subjectIntertextualidadept_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleAdmirável mundo novo e A ilha : entre o pesadelo e o idílio utópicopt_BR
dc.typeTesept_BR


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