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dc.contributor.advisorMathias, Alvaro Luizpt_BR
dc.contributor.authorSouza, Iracema Pinto dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Tecnologia. Programa de Mestrado profissional em Meio Ambiente Urbano e Industrialpt_BR
dc.contributor.otherYamamoto, Carlos Itsuopt_BR
dc.date.accessioned2012-12-13T16:44:09Z
dc.date.available2012-12-13T16:44:09Z
dc.date.issued2012-12-13
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28998
dc.description.abstractResumo: A sustentabilidade pode ser alcançada quando um projeto é ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito. Desta forma, o desenvolvimento de comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas, pode ter melhor sucesso quando baseado nesta filosofia. A situação social da comunidade de Axixá do Tocantins e seu potencial de gerar renda foram avaliados para proposição de uma atividade econômica que melhorasse a sustentabilidade do município. Para tal, a avaliação socioeconômica, a extração do óleo usando tecnologia tradicional e de prensagem a frio e suas composições químicas, e a proposição de uma unidade industrial econômica e tecnicamente viável foram realizadas. O Índice de Desenvolvimento Humano do município sugere uma condição socioeconômica melhor do que a observada in loco. Por outro lado, o índice de Gini confirma a forte concentração de renda observada, e que tem se agravado na última década. As "quebradeiras de coco" formam um grupo de moradores que apresentam potencial para o desenvolvimento sustentável neste município. Elas tradicionalmente colhem o fruto do babaçu, retiram as amêndoas e produzem o óleo; o qual é comercializado localmente. A remoção das amêndoas é feita manualmente com auxílio de machado e bastão de madeira. Alguns relatos descrevem acidentes e também, eventualmente, a participação de crianças nessa atividade. A extração tradicional do óleo é feita pela torrefação das amêndoas em chapas metálicas aquecidas com calor produzido pela queima da própria casca do coco. As amêndoas torradas são trituradas em pilão e cozidas em água. O óleo desprendido fica na superfície e é retirado após o caldeirão resfriar. A fração lipídica branco-amarelada é armazenada em recipientes plásticos para venda. No entanto, o uso de tecnologia rudimentar e falta de planejamento para produção e de boa remuneração na comercialização começou a desincentivar essa atividade. Esse estudo avaliou a viabilidade de desenvolver economicamente esta comunidade com transferência da tecnologia de extração do óleo extra virgem do coco de babaçu. Uma unidade fabril foi proposta baseada no uso de dois grandes equipamentos, uma máquina para descascar e separar as amêndoas e uma máquina para prensagem a frio das amêndoas; bem como demais itens de implantação e funcionamento da fábrica. Além de 10 funcionários dedicados à operação da unidade, 60 famílias poderão ter sua renda aumentada por meio de fornecimento do coco de babaçu para a unidade. A viabilidade econômica da proposta ocorrerá em 2 anos baseada em cálculos de projetos de indústrias químicas e considerando condições favoráveis de comercialização do óleo. Nesta projeção, não foi considerado a comercialização dos resíduos da casca e da massa de amêndoa prensada, os quais podem ter diversos fins. Por exemplo, ser usados para produção de carvão ativado e componente de ração animal, respectivamente.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectÓleo de cocopt_BR
dc.subjectOleos vegetaispt_BR
dc.subjectCoco babaçupt_BR
dc.titleAvaliação da implantação de uma unidade de extração do óleo do coco babaçu para o desenvolvimento sustentável de comunidades tradicionais da região amazônicapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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