Show simple item record

dc.contributor.advisorMesquita, Maria Jose Maluf dept_BR
dc.contributor.authorPierin, André Ramiro Hillanipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Geologiapt_BR
dc.contributor.otherFerreira, Francisco Jose Fonseca, 1948-pt_BR
dc.contributor.otherCury, Leonardo Fadelpt_BR
dc.date.accessioned2013-01-24T11:29:03Z
dc.date.available2013-01-24T11:29:03Z
dc.date.issued2013-01-24
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28996
dc.description.abstractResumo: A Faixa de Dobramentos e Cisalhamentos Araguaia possui uma história deformacional polifásica, na qual é possível individualizar as distintas fases deformacionais de acordo com as estruturas tectógenas planares e lineares presentes. Com dados de sensores remotos, campo e petrografia, definiram-se três fases geradas em regime dúctil a dúctil-rúptil, de cunho regional, respectivamente D1, D2 e D3. As duas primeiras fases estão associadas a foliações de baixo ângulo, definidas por uma deformação tectônica progressiva em caráter estritamente compressional, resultado das primeiras etapas da colisão e construção do orógeno Araguaia. A fase D3 é caracterizada por clivagens de planos axiais de dobras métricas, relacionadas a dobramentos tardios, com possível associação das estruturas com uma tectônica transcorrente de caráter transpressional sin a pós-colisional. São estruturas com mergulhos verticais a subverticais, as quais compõem planos de fraqueza passíveis de reativações, principalmente por tectônica rúptil nas formas de falhas normais e transcorrentes. As fases de deformação caracterizadas são acompanhadas por tramas metamórficas características e que também exibem padrões distintos ao longo da Faixa Araguaia. A geração das foliações é interpretada como resultado das ações colisionais ocorridas durante o Evento Brasiliano, de idade neoproterozóica, no qual a Faixa Araguaia comportou-se como uma típica thrust and fold belt, com áreas características de tectônica endodérmica, na porção em que há lascas de embasamento e de ofiolitos, e áreas de tectônica epidérmica, mais próxima ao Cráton Amazônico, onde as foliações são mais dúcteis-rúpteis e a tendência são estruturas tipo rampa e piso. Os dados sugerem que a vergência tectônica da Faixa é dada de leste para oeste, com cavalgamentos em direção ao Cráton Amazônico. As deformações de caráter rúptil também são comuns, expressas nas formas de juntas, falhas transcorrentes, normais e inversas, algumas vezes responsáveis pela colocação lado a lado de diferentes unidades, inclusive conformando estruturas dos tipos horst e graben que definem substancialmente a geomorfologia da região.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf application/x-zip-compressedpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectOrogeniapt_BR
dc.subjectCisalhamentopt_BR
dc.subjectGeologia estruturalpt_BR
dc.titleAnálise estrutural multi-escala na porção central da faixa de dobramentos Araguaiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail
Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record