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dc.contributor.advisorPerez, Ricardo Fernandezpt_BR
dc.contributor.authorPaes, Mauro Ricettipt_BR
dc.contributor.otherSilva, Alberto Inácio dapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Fisiologiapt_BR
dc.date.accessioned2022-07-13T12:46:57Z
dc.date.available2022-07-13T12:46:57Z
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/28800
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Ricardo Fernández Perezpt_BR
dc.descriptionCo-orientador: Prof. Dr. Alberto Inácio da Silvapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa: Curitiba, 31/08/2012pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 36-46pt_BR
dc.descriptionArea de concentração: Fisiologiapt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo deste estudo foi a determinação do gasto energético em cada ação motora que o árbitro realiza durante a partida, a partir do consumo de oxigênio mensurado e um teste de VO2 (espirometria de circuito aberto) em laboratório. Nossa amostra foi composta por 10 árbitros profissionais da Federação Paranaense de Futebol (FPF) todos do sexo masculino. As variáveis de massa corporal, estatura, idade, espessura de dobras cutâneas foram coletados com a finalidade de estimar a composição corporal dos árbitros. Todos os indivíduos foram submetidos a um teste de Consumo Máximo de Oxigênio (VO2max) em um analisador metabólico (Parvo Medics) acoplado a uma esteira ergométrica (Imbramed, modelo Millenium ATL). O consumo de oxigênio foi mensurado nas seguintes velocidades: andar 1,62 m/s, trote 2,46 m/s, mesmas velocidades consideradas para os deslocamentos de costas, e corrida 3,16 m/s. Esta abordagem metodológica foi descrita por Da Silva e Rodrigues-Añez (1999). Os dados são apresentados como médias e desvio padrão, e a comparação entre o consumo de oxigênio em cada velocidade foi realizada por meio do teste de repetidas mensurações ANOVA e do teste "t" de student para amostras independentes, quando necessário. As médias do peso, altura, idade e %G de toda a amostra foram 77.5 ± 6.29kg, 1.78 ± 0.07m, 29 ± 7.85 anos, 24.07 ± e 19.92 ± 2.18%, respectivamente. A média do VO2 para a caminhada, trote e corrida (deslocamentos frontais) foram, 10.71 ± 1.25, 26.02 ± 2.43 e 31.94 ± 2.43 ml/kg/min, respectivamente (p<0.05). Já as médias da FC nestes mesmos deslocamentos foram, 132.5 ± 15.07, 143.70 ± 12.75 e 168.30 ± 11.87 batimentos/min (p<0.05). Ainda sobre estes deslocamentos, a média dos METs obtidos foram 3.06 ± 0.35, 7.43 ± 0.69, 9.13 ± 0.63, respectivamente (p<0.05). O consumo energético em kcal nestas velocidades foi de 1.80 ± 0.31, 8.44 ± 0.99, 11.42 ± 1.23 kcals, respectivamente (p<0.05). Por outro lado, o VO2 médio para a caminhada e corrida de costas foi, 19.51 ± 3.70 e 25.73 ± 6.78 ml/kg/min, respectivamente (p<0.05). Já as médias da FC, em METs e kcal foram, 131 ± 8.97, 156 ± 9.54 batimentos/min e 5.57 ± 1.03, 7.35 ± 1.94 METs, 5.55 ± 1.25 e 8.39 ± 2.29 kcal, respectivamente (p<0.05). Quando analisados de forma separada, o único deslocamento que demonstra ser uma atividade intensa é a corrida (deslocamento a 3.16 m/s). Quando comparadas as atividades de andar e trotar em deslocamentos frontais e de costas só houve diferença significativa no VO2, METs e Kcal para o andar (deslocamento de 1.62 m/s) (p=0.001 e p<0.0001, respectivamente). Desta forma, contrário a literatura existente a corrida de costas não pode ser considerada um deslocamento de alto custo energético.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The aim of this study was to determine energy expenditure in each motor action the referee performs during the game, from the laboratory measured oxygen consumption and a VO2 test (open-circuit spirometry). Our sample consisted of 10 male professional referees from Paranaense Football Federation (FPF). The variables of weight, height, age, skinfold thickness were collected for the purpose of estimating referees body composition. All subjects underwent a test of maximum oxygen consumption (VO2max) in a metabolic analyzer (Parvo Medics) coupled to a treadmill (Imbramed model Millenium ATL). Oxygen consumption was determined in the following speeds: walking 1.62 m/s, jogging 2.46 m/s, same speeds considered by backwards movement, and running at 3.16 m/s. This methodological approach was described by Da Silva and Rodrigues-Añez (1999). Data are presented as mean and standard deviation, and the comparison between the oxygen consumption at each speed was performed by repeated measures ANOVA and Student test for independent samples when necessary. Mean weight, height, age, BMI and BF% of the entire sample were 77.5 ± 6.29kg, 1.78 ± 0.07m, 29 ± 7.85years, 24.07 ± 1.69kg/m² and 19.92 ± 2.18%, respectively. The VO2max mean was 40.56 ± 3.60 ml / kg / min. Heart rate (HR) mean found in the last stage completed by the subjects was 190.5 ± 7.92 beats/min. The average energy consumption in metabolic equivalents (METs) and kilocalories (kcal) in the last stage completed by the referees in the test were 11.59 ± 1.03 METs and 17.19 ± 6.38 kcal, respectively. The average VO2 for walking, jogging and running (frontal displacement) was 10.71 ± 1.25, 2.26 ± 2.43 and 31.94 ± 2.43 ml/kg/min, respectively (p<0.05). The mean HR in these same displacements were 132.5 ± 15.07, 143.70 ± 12.75 and 168.30 ± 11.87beats/min (p<0.05). Even on these shifts, the mean METs achieved were 3.6 ± 0.35, 7.43 ± 0.69, 9.13 ± 0.63, respectively (p<0.05). The energy consumption in these speeds was 1.80 ± 0.31, 0.99 ± 8.44, 11.42 ± 1.23 kcal, respectively (p<0.05). Moreover, mean VO2 for jogging and backwards movement was 19.51 ± 3.70 and 25.73 ± 6.78 ml/kg/min, respectively (p<0.05). And, the mean HR, METs and kilocalories were 131 ± 8.97, 156 ± 9.54 beats/min and 5.57 ± 1.03, 7.35 ± 1.94 METs, 5.55 ± 8.39 ± 1.25 and 2.29 kcal, respectively (p<0.05). When analyzed separately, running is the only shift that has become an intense activity (movements to 3.16 m/s). When comparing the activities of walking and jogging in front and backwards movement only significant difference in VO2 and METs was observed for walking (displacement of 1.62 m/s) (p=0.001 and p<0.0001, respectively). Thus, against to literature backwards running can not be considered a high energetic expenditure motor action.pt_BR
dc.format.extent47f. : il. , grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectFutebolpt_BR
dc.subjectÁrbitros de futebolpt_BR
dc.subjectConsumo de oxigeniopt_BR
dc.titleDeterminação do gasto energético nas ações motoras executadas pelo árbitro de futebol durante a partidapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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