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dc.contributor.authorBueno, Robertopt_BR
dc.contributor.otherSerbena, Cesar Antoniopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Jurídicas. Programa de Pós-Graduaçao em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2012-11-12T15:03:10Z
dc.date.available2012-11-12T15:03:10Z
dc.date.issued2012-11-12
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28342
dc.description.abstractResumo: Esta tese tem como objeto analisar o potencial totalitário de Carl Schmitt. Tal estudo foi realizado por meio da mediação dos referenciais teóricos do conservadorismo, tanto contrarrevolucionário francohispânico do século XIX quanto revolucionário germânico do século XX. O objetivo deste trabalho é o de realizar a investigação acerca da ligação de Schmitt com a tradição totalitária considerando seus conceitos do político e da ditadura por intermédio da interpretação conservadora de sua filosofia. A questão de fundo que estabelece os limites deste trabalho está orientada à interpretação de tais conceitos. A pesquisa tem como referência a possibilidade de que os conceitos do político e da ditadura examinados se encontrem profundamente impactados por uma base de pensamento totalitário que contamine o próprio âmago da filosofia política e jurídico-constitucional de Carl Schmitt. A releitura de Schmitt vem tendo lugar tanto por parte da extrema direita como pelo pensamento pós-marxista. Ambos os movimentos teóricos realizaram a retomada desta fonte eivada de inexoráveis compromissos conceituais de viés totalitário contra a qual este trabalho se opõe ao pensar o político a partir de uma inexorável ligação com a democracia.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCiência políticapt_BR
dc.titleUma interpretação conservadora revolucionária do político e da ditadurapt_BR
dc.typeTesept_BR


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