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dc.contributor.advisorGerminiani, Helio, 1933-pt_BR
dc.contributor.authorSugita, Miturpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Curso de Pós-Graduaçao em Cardiologiapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-01T23:46:42Z
dc.date.available2012-10-01T23:46:42Z
dc.date.issued2012-10-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28231
dc.description.abstractResumo: Com o objetivo de se levantar a prevalência e de identificar-se a natureza dos sopros sistólicos na terceira idade, foram estudados, prospectivamente, 170 idosos, 77 do sexo masculino e 93 feminino, média etária de 72,84 ± 7,15 anos, realizando-se exame clínico e eletrocardiograma em todos os pacientes, complementados com radiografia de tórax e ecocardiograma unidimensional nos portadores de sopro. Ao exame clínico detectou-se a presença de sopro sistólico em 71 (41,76%) idosos - grupo I não identificado em 99 (58,24%) pacientes - grupo II -. Houve predominância significativa de sopro mesossistólico de ejeção, grau 1-2/6, observado em 78,87% dos pacientes do grupo I. Hipertensão sistólica isolada foi observado em 30,99% e 12,12% e hipertensão sisto-diastólica associada em 21,13% e 13,13%, respectivamente, nos pacientes do grupo I e do grupo II. A diferença entre os dois grupos mostrou- se estatisticamente significativa. Com relação ao eletrocardiograma, 26,76% dos traçados foram normais nos pacientes do grupo I, enquanto 51,51% o foram nos pacientes do grupo II. Os achados que apresentaram diferença mais expressiva nos dois grupos foram: sobrecarga ventricular esquerda, observada em 36,62% no grupo I e 12,12% no grupo II (p< 0,05); sobrecarga atrial esquerda, em 21,27% e 6,06% e extrassístoles ventriculares em 14,08% e 5,05%, respectivamente, nos grupos I e II. Quanto à radiografia de tórax (grupo I), os principais achados foram: ectasia de aorta em 92,75% dos idosos, sendo 42,03% com calcificação de croça e cardiomegalia em 43,48%. A média do índice cardiotorácico foi de 50,20 ± 6,46%. À ecocardiografia unidimensional (grupo I), observou- se dilatação da raiz da aorta em 15,94% e alterações na valva aórtica em 30,43% dos pacientes, sendo 10,14 com sinais sugestivos de calcificação e 20,29% com folhetos espessados, dos quais 14,49% com abertura diminuída. Hipertrofia septal assimétrica foi evidenciada em 2,90%, calcificação do anel mitral em 4,35% e prolapso de val^a mitral em 4,35%. Quando ao ventrículo esquerdo, 18,84% dos pacientes apresentaram hipertrofia, 24,64% com dilatação e 20,29% com hipocontratilidade. 0 exame foi normal em 34,78% dos pacientes. Em conclusão, observa-se uma alta prevalência de sopro sistólico na terceira idade, evidenciando-se amplo espectro de achados fisiopatológicos que contribuem para sua gênese, decorrentes de alterações morfo-funcionais próprias da senescência e/ou processos patológicos. Justifica-se uma avaliação cardiológica mais acurada através de métodos complementares não invasivos para se determinar, com segurança, as repercussões hemodinamicas, uma vez que a anamnese e o exame físico do idoso nem sempre refletem a gravidade do quadro.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleO idoso portador de sopro sistólicopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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