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dc.contributor.authorBonotto, Ligia Beatriz
dc.contributor.otherMoreira, Ana Tereza Ramos
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgica
dc.date.accessioned2016-06-14T17:26:46Z
dc.date.available2016-06-14T17:26:46Z
dc.date.issued2012
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/28017
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Ana Tereza Ramos Moreira
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgica. Defesa: Curitiba, 20/04/2012
dc.descriptionBibliografia: fls. 104-116
dc.descriptionMUFPR - a Biblioteca Memória irá repatrimoniar
dc.description.abstractResumo
dc.description.abstractResumo: Objetivo - Comparar a correspondência anatômica entre os prematuros com retinopatia da prematuridade (ROP) tratados em relação aos prematuros com ROP e regressão espontânea. Observar se há diferença nas funções visuais entre os prematuros com ROP tratados em relação aos prematuros com ROP e regressão espontânea. Observar se há diferença nas funções visuais entre os prematuros com ROP e regressão espontânea em relação aos prematuros sem ROP. Observar se há diferença anatômica e funcional entre os prematuros com ROP tratada e os prematuros sem ROP. Paciente e método_ Estudo transversal, observacional e não cego. Foram incluídos os prematuros com idade gestacional menor ou igual a 32 semanas, peso de nascimento menor ou igual a 1.599g, mais de três consultas no período de seleção e idade cronológica, na reavaliação, maior ou igual a quatro anos. Grupos: (G1) prematuros com ROP, estágios 2 e 3, pós-tratamento da ROP; (G2) prematuros com ROP, estágio 2 e 3 com regressão espontânea; (G3) grupo formado por prematuros sem ROP. Foi realizada a refração estática, acuidade visual (AV), teste de cores, teste de sensibilidade ao contraste (TSC), motilidade extrínseca ocular, estereopsia, fundoscopia binocular indireta (OBI), ultrassonografia (US) e tomografia de coerência óptica (OCT). Resultados: Ao todo foram 24 prematuros e 48 olhos. Análise das funções visuais a AV melhor ou igual 0,18 Log MAR: 64,28% (G1); 87,50% (G2) e 100% (G3). TSC normal: 66,67% (G1); 100% (G2) e 55,56% (G3). Resposta favorável ao teste de cores de Ishihara: 100% (G1 e G2) e 86% (G3). Em relação ao teste de Farnsworth normal: 20% (G1) 75% (G2) e 50% (G3). Nenhum prematuro do grupo G1 apresentou estereopsia normal. As funções visuais não apresentaram diferença estatística na comparação entre os grupos estudados. Ao exame de OCT, o grupo G1 apresentou diferença estatística significativa em relação maior espessura foveal na comparação com o grupo G2 e G3, exceto em relação ao olho esquerdo (G1 e G3 p=0,06). Não houve diferença estatística na comparação entre os grupos G1 e G2 e entre G1 e G3 em relação presença de alterações nas camadas da retina. Houve diferença estatística em relação às alterações na retina para o grupo G1, observadas à OBI. Porém, todos os prematuros examinados apresentaram a região macular e foveal anatomicamente preservada. Houve diferença estatística a favor de G1 em relação ao grupo G2 e G3 para a presença de alterações no espaço vítreo. Conclusão: Na comparação entre G1e G2, houve correspondência na diferença encontrada a favor do grupo G1, nas alterações observadas no OCT em relação ao maior espessamento foveal, no US em relação às alterações vítreas e na OBI em relação às cicatrizes coriorretinianas resultantes do tratamento a laser ou crioterapia da retina, no período neonatal. Na comparação G1 e G3, houve diferença a favor do grupo G1, no US em relação às alterações vítreas e no OCT para a maior espessura da fóvea relativo ao exame do olho direito dos prematuros do grupo de ROP tratada. As funções visuais não apresentaram diferença significativa entre os prematuros estudados.
dc.description.abstractAbstract: Purpose: Compare the anatomic correlation between premature infants with treated retinopathy of prematurity (ROP) in relation to preterm infants with ROP and spontaneous regression. Observe whether there are differences in visual functions among premature infants with treated ROP in relation to preterm infants with ROP and spontaneous regression. Observe whether there are differences in visual functions among premature infants with ROP and spontaneous regression in relation to preterm infants without ROP. Observe whether there are differences in anatomical and visual functions among premature infants with treated ROP in relation to preterm without ROP. Patient and method: Cross-sectional study. Premature infants were included with gestational age less than or equal to 32 weeks, birth weight less than or equal to 1.599g, more than three visits during the selection period and chronological age, in the reassessment, not less than four years old. Groups: (G1) premature infants with ROP, stages 2 and 3, post-treatment of ROP; (G2) premature infants with ROP, stages 2 and 3 with spontaneous regression; (G3) group of premature infants without ROP. Visual functional test performed included the visual acuity test (VA), color test, contrast sensitivity test and stereopsis. Anatomical retina performance is observed by the binocular indirect fundoscopy (BIO), Ultrasound (US) and optical coherence tomography (OCT). Results: Overall, there were 24 premature infants and 48 eyes. The visual functions showed normal VA (0.18 Log MAR): 64.28% (G1), 87.50% (G2) and 100% (G3); the normal contrast sensitivity test was: 66.67% (G1), 100% (G2) and 55.56% (G3); the normal Ishihara color test was: 100% (G1 and G2) and 86% (G3); the normal Farnsworth color test was: 20% (G1), 75% (G2) and 50% (G3). In the group G1 no patient had normal stereoacuity. The visual function had no statistically significant difference among the groups studied. OCT examination, group G1 showed a significant statistical difference for foveal thickness, compared with group G2 and G3, except for the left eyes (G1XG3 p= 0.06). There was no statistical difference between G1 and G2 relative to the presence of changes in the retinal layers. There were statistical differences in relation to changes in the retina for group G1, subjected to BIO. However, all preterm infants examined presented the macular and foveal region anatomically preserved. There was statistical difference in favor of group G1 compared to group G2 for the presence of changes in the vitreous space. Conclusion: In the comparison between G1 and G2, there was correlation in the difference found in favor of group G1, in changes observed on the OCT relative to the bigger foveal thickening, on the US in relation to changes in the vitreous and on BIO in relation to chorioretinal scars resulting from laser treatment or cryotherapy of the retina, in the neonatal period. The comparison between G1 and G3 there was difference in favor of group G1 on the US in relation to changes in the vitreous, on OCT relative to the bigger foveal thickness in favor to right eyes of ROP post-treatment group. The visual functions showed no significant difference among the preterm infants studied.
dc.format.extent118f. : grafs., tabs.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.relationDisponível em formato digital
dc.subjectTeses
dc.subjectRetinopatia da prematuridade
dc.subjectTomografia de coerência óptica
dc.subjectUltrassonografia
dc.titleAvaliação das respostas anatomofuncionais da Retinopatia da prematuridade após a sua regressão por tratamento ou espontânea em prematuros com média de seis anos de idade
dc.typeTese


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