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dc.contributor.advisorCrawshaw Junior, Peter Gpt_BR
dc.contributor.authorVidolin, Gisley Paulapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.contributor.otherKuniyoshi, Yoshiko Saito, 1941-pt_BR
dc.date.accessioned2013-06-27T18:50:45Z
dc.date.available2013-06-27T18:50:45Z
dc.date.issued2013-06-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/27915
dc.description.abstractDe janeiro de 2000 a agosto de 2002, foi realizado um estudo com Puma concolor (puma), Leopardus pardaus (jaguatirica) e Leopardus tigrinus (gato-do-mato-pequeno) na Reserva Natural Salto Morato, Guaraqueçaba, com os objetivos de determinar e caracterizar as áreas utilizadas pelas espécies; descrever a sua dieta; verificar se há correlação da freqüência dos itens encontrados nas fezes, em função de sua disponibilidade na natureza (médio e grandes mamíferos); gerar informações sobre os tipos de comportamento territorial e social existentes entre elas; e desenvolver e testar um adaptador fotográfico para registro visual dos animais. Os métodos de amostragem utilizados foram coleta e análise de fezes e pegadas, registros de visualizações e vocalizações, e o uso de adaptadores fotográficos. Na análise de dieta, foram considerados a freqüência de ocorrência dos itens álimentares consumidos, a biomassa, o índice alimentar, o índice de amplitude de nicho trófico (Índice de Levins) e o índice de sobreposição de dieta (Índice de Horn). A identificação dos ambientes preferenciais das espécies foi baseada na freqüência de ocorrência de indícios encontrados nos diferentes ambientes. Estes foram caracterizados quanto à vegetação, geomorfologia, hidrografia, disponibilidade de espécies-presa e grau de conservação. O estudo de dieta apontou como presas mais importantes do puma, considerando-se os índices alimentares, Tubinambis merianae, Pecari tajacu, Dasypus sp. e Tamandua tetradactyla, enquanto que para a jaguatirica, as espécies mais importantes foram Tubinambis merianae, os micro-roedores e os pequenos marsupiais. A diferença entre a dieta destas duas espécies está no peso de suas principais presas: o puma consome em maior freqüência (64,6%) animais de médio e grande porte (de 3 a 20 kg) e a jaguatirica espécies de pequeno porte (de 30 g a 3 kg) com uma freqüência de 65%. Indícios do puma foram encontrados com maior freqüência em áreas de floresta primária alterada (78,5%), com declividades iguais ou superiores a 45%. A jaguatirica utilizou de forma uniforme (ou quase) ambientes de floresta primária alterada (40,5%) e de floresta secundária (59,5%), e o gato-do-mato-pequeno utilizou com maior freqüência as áreas de floresta secundária (86%), principalmente as áreas de ecótone entre os estágios iniciais e intermediários de regeneração, caracterizadas por áreas de planície aluvial e área coluvial. Para o puma, as formas de marcação predominantes foram a raspagem do substrato associada a depósitos de urina e fezes, e os arranhões em árvores ou sobre o solo. A intensificação destes tipos de marcações deu-se entre os meses de junho a agosto, e sugeriram que as marcas foram um reforço na demarcação de território, já que a área estava sendo utilizada por três indivíduos, coincidindo também com o período reprodutivo. Com base nessas informações pode-se afirmar que a Reserva Natural Salto Morato é uma área extremamente importante para as espécies, no que se refere a locais adequados à reprodução, abrigo, possibilidades de deslocamento e disponibilidade de alimento. A manutenção de áreas naturais protegidas, de relevante integridade ambiental é, portanto, uma estratégia eficaz de garantir a manutenção e proteção das espécies da fauna.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFelideo - Paranápt_BR
dc.subjectAnimais selvagens - Proteção - Paranápt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectReserva Natural Salto Morato (PR)pt_BR
dc.subjectArea de Proteçao Ambiental de Guaraqueçaba (PR)pt_BR
dc.titleAspectos bioecológicos de Puma concolor (Linnaeus, 1771), Leopardus pardalis (Linnaeus, 1758) e Leopardus tigrinus (Schreber, 1775) na reserva natural Salto Morato, Guaraqueçaba, Paraná, Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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