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dc.contributor.advisorSeitz, Rudi Arno, 1950-pt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Valdemir Antonio, 1956-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-14T14:57:56Z
dc.date.available2013-06-14T14:57:56Z
dc.date.issued2013-06-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/27718
dc.description.abstractA presente pesquisa teve a finalidade de avaliar o enraizamento de estacas radiciais e caulinares de três espécies florestais nativas: aroeira [ Schinus terebinthlfolius Raddi); canela sassafrás [ Ocotea pretiosa Benth & Rook); e cedro [Cedrela fissilis Vellozo), agrupadas em três classes diamétricas, em condições de viveiro parcialmente controladas de telado, sombrite 501., ap6s tratamentos com promotores do enraizamento. Os testes foram realizados em duas épocas do ano [outono/inverno e primavera/verão) e observados durante 4 meses. As estacas foram cortadas nas seguintes dimensões: 10 cm de comprimento e 0.4 a 3.2 cm de diâmetro e com 20 cm de comprimento e 0.4 a 2.4 cm de diâmetro, respectivamente para as estacas radiciais e caulinares. As estacas foram tratadas com acido indol-butírico [AIE] e ácido naftaleno-acetico [ANA), na forma de pó em três dosagens 500, 1000 e 1500 ppm. O substrato utilizado foi um composto de vermiculita, areia grossa peneirada e terra preta peneirada na proporções 2:2:1. Os tratamentos auxínicos [AIS e ANA] não apresentaram resultados satlsfat6rlos em todos os testes realizados. Os sub-tratamentos, que são as estacas de diâmetros distintos [fino, médio e grosso) tiveram resultados satisfat6rlos. As estacas radiciais de aroeira plantadas na época do outono não brotaram e nem enraizaram; as caulinares finas, médias e grossas tiveram uma sobrevivência média de 42.9%, 66.7%, 52.3%, respectivamente. O melhor percentual de enraizamento [23.8%], foi conseguido com as estacas de diâmetro médio. Na época da primavera/verão, as estacas caulinares finas de aroeira apresentaram enraizamento de 4.8%, médias 19.1% e grossas 21.3%. As estacas radiciais de canela sassafrás no outono/inverno não brotaram e nem enraizaram, mas mesmo assim permaneceram vivas. As caulinares finas, medias e grossas apresentaram somente brotações, 23.8%, 23.8%. e 28.6%. respectivamente. Já na época da primavera/verão, as estacas caulinares de canela sassafrás brotaram com os seguintes percentuais 0%, 28.6% e 52.4%, porem não houve enraizamento. Estacas radiciais finas, médias e grossas de cedro no inverno tiveram enraizamento, de 4.7%, 14.3% e 47.6%. Já as caulinares apresentaram um percentual de enraizamento de 23.8%, 52.4%, 33.3%. Na primavera/verão, as estacas caulinares de cedro não enraizaram, chegando aos 60 das com 100% de mortalidade. Portanto, conclui-se que, o cedro tem multiplicação satisfatória através de estaquia, sendo a melhor época para enraizamento de suas estacas o final de outono ou inverno. Os melhores melhores resultados para a espécie foram obtidos com estacas radiciais de diâmetros entre 2.1 e 3.2 cm e caulinares entre 0.8 e 1. 3 cm.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPlantas - Propagação por estaquiapt_BR
dc.subjectAroeirapt_BR
dc.subjectSassafraspt_BR
dc.titlePropagação vegetativa de aroeira schinus terebinthifolius Raddi Canela Sassafras Ocotea pretiosa Benth & Hook e cedro Cedrela fissilis Vellozo atraves de estacas radicais e caulinarespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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