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dc.contributor.advisorAraujo, Antonio Jose de, 1948-pt_BR
dc.contributor.authorScheffer, Marianne Christinapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-04T14:29:42Z
dc.date.available2013-06-04T14:29:42Z
dc.date.issued2013-06-04
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/27161
dc.description.abstractOs objetivos deste trabalho foram obter informações sobre o sistema de cruzamento da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia Mart, ex Reiss - Celastraceae, a variação genética entre populações e progênies e sobre aspectos silviculturais. Foram coletados frutos de 105 árvores. Os municípios que contribuíram com maior número de matrizes foram Viamão, RS, Arroio dos Ratos, RS, Campos Novos, SC, Água Doce, SC, Laranjeiras do Sul, PR e Araucária, PR, todos na Região Sul do Brasil. Foi instalado um experimento em delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições e oito tubetes por parcela, para avaliar a germinação e desenvolvimento das mudas na fase de viveiro. Quinze progênies de Viamão, num total de 279 indivíduos, foram utilizadas para estimar a taxa de fecundação cruzada, com dados obtidos por eletroforese de isoenzimas e analisadas pelo programa MLTR. Foram instalados dois testes de progênie, um em Ponta Grossa, PR, com 44 progênies e outro em São José dos Pinhais, PR, com 32 progênies. O delineamento do experimento, em ambos os locais, foi em blocos ao acaso, com cinco repetições e quatro plantas por parcela. Aos 23 e aos 38 meses, foi avaliado o crescimento em altura. A variação genética entre quatro populações foi avaliada com base em dados obtidos por eletroforese em uma amostra tomada no teste de progênies em São José dos Pinhais. Os dados foram analisados utilizando-se o programa BIOSYS 1.7. As enzimas utilizadas para as estimativas da taxa de fecundação cruzada e da variação entre populações foram IDH, 6PGDH-2, GOT-1, MnR e PGI-2, todas polimórficas. A estimativa da taxa de fecundação cruzada em espinheira-santa foi 99,6%, indicando que é uma espécie alógama. Os resultados da análise de diversidade entre populações indicaram que a maior parte da variação genética concentra-se dentro das populações. A identidade genética entre as populações, com base no coeficiente de Nei (1978), diminui à medida em que aumenta a distância geográfica entre as populações amostradas. A menor identidade genética foi verificada entre a população antropogênica (Viamão, RS) e as populações naturais. Quanto aos aspectos silviculturais, os resultados demonstram que há variação genética significativa entre as progênies, com relação à germinação e ao crescimento inicial. Embora crescimento em altura das progênies tenha sido maior em São José dos Pinhais do que em Ponta Grossa, não houve interação genotipo x ambiente. A correlação genética entre os dois locais foi elevada. Como o número e o tamanho das famílias nos testes de progênies foram pequenos não foi possível conciliar a manutenção de um tamanho efetivo adequado (mínimo de 30 a 50 indivíduos) com ganhos genéticos acentuados em crescimento em altura.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectGenetica florestalpt_BR
dc.subjectCruzamento (Genetica)pt_BR
dc.subjectEspinheira santapt_BR
dc.subjectGenetica vegetalpt_BR
dc.subjectPlantas medicinaispt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleSistema de cruzamento e variação genética entre populações e progênies de espinheira-santapt_BR
dc.typeTesept_BR


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