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dc.contributor.advisorMarchi, Euclides, 1944-pt_BR
dc.contributor.authorLeite, Renato Lopes, 1961-pt_BR
dc.contributor.otherMartins, Estevão Chaves de Rpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.date.accessioned2020-08-03T19:42:01Z
dc.date.available2020-08-03T19:42:01Z
dc.date.issued1997pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/27029
dc.descriptionOrientador : Euclides Marchipt_BR
dc.descriptionCo-orientador : Estevão Chaves de R. Martinspt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paranapt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente Tese pretende evidenciar a existência de um pensamento republicano no Rio de Janeiro à época da Independência do Brasil. No entretanto, o objetivo inicial deste trabalho era apreender a noção de liberdade pública dos republicanos brasileiros entre 1822-1824. Tratava-se, à época, de estudar a Confederação do Equador de forma retrospectiva. Ou seja, narrar o renascimento de um determinado republicanismo em 1822, que vai explodir na revolução confederada do norte do Brasil, em 1824. Este projeto inicial foi posteriormente redefinido, principalmente porque a documentação do ano de 1822 mostrou-se muito mais rica do que se poderia imaginar. Dentre os novos problemas que apareceram, o mais geral foi a necessidade se de investigar por que os republicanos brasileiros da Independência apoiaram o regime monarquista de Pedro I, em 1822? Porém, para responder adequadamente a esta questão, foi necessário recorrer-se às obras de frei Caneca, Cipriano Barata e José da Natividade Saldanha, líderes da Confederação do Equador. Assim, o presente trabalho acabou se tornando a busca de um elo entre o republicanismo de 1824 e o pensamento republicano de 1822: este elo perdido se chama João Soares Lisboa, redator do periódico Correio do Rio de Janeiro. "... Temeremos dizer que as páginas da moderna história da França, manchadas com todos os horrores da Anarquia e de um Despotismo ainda mais cruel, do que aquele, de que se diziam livres, assusta e desengana os que poderiam ter idéias de uma independência Republicana?"1. [Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha] . Os "... portugueses [ do Brasil] tanto senão mais amantes da liberdade como os Outros Povos [ da América] só trocarão a ventura de serem Republicanos por outra maior, a de constitucionais"2. [João Soares Lisboa] "Rousseau, e Condorcet. Mirabeau, e Mably não são os meus homens. [ José da Silva Lisboa, Visconde de Cairu] . "BRASILEIROS! Para vós não é preciso recordar todos os males, a que estáveis sujeitos, e que vos impeliram à Representação [ do Povo do Rio de Janeiro] , que Me fez a Câmara, e Povo desta Cidade no dia 23 de maio, que motivou o Meu Real Decreto de 3 de junho [de 1822] ..."V [D. Pedro e José Bonifácio] . "Tudo parece portanto claro: quando se está diante de um animal que discursa, sabe-se que é um animal humano, portanto politico. Mas, na prática, uma outra coisa é muito menos clara: Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa. Reverbero Constitucional Fluminense. Rio de Janeiro : na Ofic. de Moreira, e Garcez, Io de janeiro de 1822, n° VIII, p. 87 (original não grifado). 2 João Soares Lisboa. Correio do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro : n° 54, 17 de junho de 1822, p. 222 (original não grifado). 3 José da Silva Lisboa [ Visconde de Cairu] . Memorial apologético das Reclamações do Brasil. Rio de Janeiro. Tipografia Nacional, 19 de julho de 1822, Parte I, p. 3 (grifado no original). 4 Principe regente e José Bonifácio, "Manifesto de 1° de agosto de 1822". In. : Octaviano Nogueira (organizador) . Obra política de José Bonifácio. Op. cit., volume 1, p. 289 (original não grifado). como se reconhece exatamente como um discurso aquele ruido que o animal diante de nós faz com sua boca?"5. Jacques Rancière. "0 dissenso". In.: Adauto Novaes (organizador). A crise da razão. São Paulo : Companhia das Letras o Brasilia : Ministério da Cultura ; Rio de Janeiro : Fundação Nacional de Arte, 1996, p. 373.pt_BR
dc.format.extent468p. ; 30cm.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponivel em formato digitalpt_BR
dc.subjectRepublicanismo - Brasilpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectRio de Janeiro - História - 1822-1824pt_BR
dc.subjectBrasil - História - 1822-1824pt_BR
dc.subjectBrasil - História - Autonomia e movimentos de independenciapt_BR
dc.titleRepublicanos e libertarios : pensadores radicais da Independencia - Rio de Janeiro (1822)pt_BR
dc.typeTesept_BR


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