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dc.contributor.advisorRoderjan Carlos Vellozo, 1952-pt_BR
dc.contributor.authorSousa, Silas Garcia Aquino dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-03T17:05:33Z
dc.date.available2013-06-03T17:05:33Z
dc.date.issued2013-06-03
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26780
dc.description.abstractAs florestas aluviais, apesar de desempenharem importante papel na manutenção e conservação de água doce, em benefício da humanidade, vêem sofrendo acelerado processo de degradação, antes que, a ciência possa entender como esses ambientes desempenham essas funções. Pretendeu-se com este trabalho gerar informações sobre a ciclagem de nutrientes, no âmbito da floresta aluvial do rio Barigüi. Para tanto, concentrou-se o estudo nos seguintes objetivos: estimava da produção mensal, estacionai e anual de serapilheira; determinação do teor e da quantidade de N, P, K, Ca, Mg e carbono depositados com a serapilheira; avaliação do processo de decomposição foliar e da liberação de N, P, K, Ca e Mg; e a relação entre produção de serapilheira às variáveis dendrométricas, fitossociológicas, variáveis meteorológicas e lençol freático. O estudo foi desenvolvido em um segmento da Floresta Ombrófila Mista Aluvial, rio Barigüi, Araucária, PR. Durante 24 meses foram monitorados a produção e o acúmulo de serapilheira em 21 parcelas permanentes (100m2). Foram instalados ensaios de decomposição e mensurados os principais fatores ambientais (clima, solo e vegetação). Os resultados demonstraram que a produção anual de serapilheira foi de 9,4 Mg.ha-1.ano-1 e a serapilheira acumulada de 8,8 Mg.ha-1. As folhas contribuíram com 62% e os galhos com 18% da produção total. A maior deposição de serapilheira e o retorno de nutrientes ocorreu no inverno. Julho foi mês de maior produção e março o de menor produção. As maiores taxas de decomposições ocorreram na primavera e verão. A decomposição foi rápida, e o tempo necessário para decompor 50% do material foliar é menor que um ano (126 dias). Os teores de nutrientes na serapilheira apresentaram o seguinte padrão: N > Ca > K> Mg > P. Com a serapilheira retornaram ao solo 411 kg.ha-1.ano-1 de nutrientes minerais e 4,0 Mg.ha-1.ano-1 de carbono orgânico. Os coeficientes de correlações de produção, com as variáveis dendrométricas, fitossociológica, variáveis meteorológicas e nível do lençol freático foram baixos. Sendo assim, indicaram as seguintes tendências: a maior produção de serapilheira está relacionada a maior densidade das populações arbóreas do estrato superior; os incrementos em diâmetro, área basal e densidade das populações do subbosque podem estar sendo influenciadas pela maior deposição de serapilheira, em decorrência da maior entrada de luz no interior da floresta; as maiores deposições de folhas estão relacionadas ao período temperaturas mais baixas; as maiores deposições de galhos estão relacionadas ao período de maior velocidade dos ventos e ao menor nível do lençol freático. Concluiu-se que, a deposição de serapilheira da floresta aluvial do rio Barigüi é sazonal, e está associada a fenofase de Sebasfiania commersoniana, espécie decidual. A decomposição foliar é rápida e equivalente às taxas de decomposição das florestas tropicais úmidas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectSerapilheira - Araucária (PR)pt_BR
dc.subjectSerapilheira - Barigui, Riopt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleProdução e decomposição de serapilheira de uma floresta ombrófila mista aluvial, Rio Barigui, Araucária, PRpt_BR
dc.typeTesept_BR


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