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dc.contributor.advisorTomaselli, Ivanpt_BR
dc.contributor.authorSilva, Dimas Agostinho dapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-21T18:39:07Z
dc.date.available2013-05-21T18:39:07Z
dc.date.issued2013-05-21
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26770
dc.description.abstractEste trabalho trata do perfil e do uso de energia em uma indústria de painéis compensado no Brasil. O seu objetivo geral é corroborar para a melhoria da competitividade da indústria de compensado nacional. Especificamente visou conhecer o perfil do consumo energético na indústria, avaliar possibilidade de ganhos de eficiência no componente energético do processo produtivo e disponibilizar modelos matemáticos de consumo energético aplicado às indústrias de painéis compensado. O trabalho foi desenvolvido em uma indústria onde se realizou o levantamento da estrutura industrial e a quantificação dos energéticos consumidos. Esta quantificação considerou as formas de energia térmica, energia elétrica, a energia química e a energia humana Foi obtido o consumo de energia global da indústria, por fase de conversão primária e secundária e por setores da indústria. Os resultados da análise do perfil energético indicam que existe boa relação entre o consumo de energia e a produção tisica de compensado na indústria analisada. No entanto, o aproveitamento do resíduo industrial não se dá de forma otimizada. O consumo global de energia foi de 2201Mcal/m3 de compensado. Para o consumo global da fábrica de compensado integrada à laminadora, o maior consumo é representado por energia térmica com 1848Mcal/m3 (84%), seguido por energia elétrica (8,3%) e energia química (7,7%). A energia humana representou menos de 1 %. Considerando-se a localização do consumo de energia global, a maior parte ocorre na fábrica de compensado (82%). Dentro dessa unidade o maior consumo é representado pelo setor de secagem. Em relação a energia elétrica o consumo principal está concentrado na fábrica de compensado (86%) e dentro dessa unidade no setor de secagem. A energia térmica é consumida numa proporção de 27% na laminadora e 73% na fábrica de compensado, sendo o principal setor de consumo a secagem de lâminas (79%), seguindo da laminação (18%) e o menor consumo na prensagem de chapas (2%). Para a energia química o óleo diesel (cerca de 590/0) se consome nas unidades industriais (laminação e fábrica), sendo o restante consumido na distribuição dos produtos. Especificamente para energia humana os setores de laminação, preparação e montagem das chapas, pela ordem, são os principais pontos de consumo. Devido a otimização do uso de energia, os ganhos de eficiência no componente energético possibilitam a redução do consumo global de energia (30%). O consumo de energia otimizado foi de 1545Mcal/m3. O balanço de energia baseado no seu consumo otimizado indicou a independência da indústria de compensado quanto à demanda de energia térmica. Os melhores modelos de estatísticos para prognose do consumo otimizado de energia em função da produção de compensado apresentam em forma ou tendência de reta. Foi observado que a medida que aumenta a produção de compensado, diminui o consumo de energia por unidade de volume, representando ganho de energia na produção industrial.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCompensados de madeira - Industria - Consumo de energiapt_BR
dc.subjectCompensados de madeira - Industriapt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAvaliação da eficiência energética em uma indústria de painéis compensadopt_BR
dc.typeTesept_BR


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