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dc.contributor.advisorHosokawa, R. T. (Roberto Tuyoshi), 1945-pt_BR
dc.contributor.authorNakajima, Nelson Yoshihiropt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-11T18:55:22Z
dc.date.available2013-06-11T18:55:22Z
dc.date.issued2013-06-11
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26626
dc.description.abstractO objetivo deste estudo foi o de simular um manejo em regime de rendimento sustentado, com base no Sistema Indonésio de Corte Seletivo, visando somente as araucárias. Foram definidos previamente três níveis de corte. No nível 1 simulou-se o corte dos DAPcc = 40 cm, no nível 2, simulou-se o corte dos DAPcc = 50 cm e no nível 3 os DAPcc = 60 cm. Para estimativa do incremento dismétrico das araucárias, foram utilizadas amostras de rolos de incremento. Após a medição dos anéis anuais de crescimento, ajustou-se a equação de crescimento de Prodan. Para estimativa do incremento em diâmetro sem casca foi realizada a derivada primeira da equação de crescimento, em relação á variável idade. Na estimativa do incremento em volume sem casca, além da derivada primeira da equação de crescimento, foram necessárias os ajustes das equações: estimativa do diâmetro com e sem casca, relação hipsométrica e a equação de volume sem casca para árvore individual obtida do INVENTARIO (1990). A estimativa do incremento anual em volume sem casca foi realizada através de dois métodos: uma com base na araucária de diâmetro médio de todas as classes (geral) e outra com base no diâmetro médio de cada classe diamétrica. O ciclo de corte foi estimado para os três niveis de exploração, adicionando-se o incremento diamétrico anual á árvore média da última classe remanescente, até atingir o diâmetro médio da última classe diamétrica antes da exploração. Os resultados dos ajustes para a estimativa do crescimento diamétrico apresentaram coeficientes de determinação superiores a 75 % com erro padrão da estimativa entre 22,26 % a 29,65 %. A melhor equação hipsométrica ajustada (Hc=b1*LnD) apresentou o ajuste de 98,19 % e erro de 13,24 %. O incremento anual em volume sem casca com base na araucária média de todas as classes diamétricas foi de 2,68 m3/ha e o incremento com base na araucária média de cada classe diamétrica foi de 2,62 m3/ha. O volume de corte do nível 1 foi de 60,90 m3/ha; nível 2 foi de 33,00 m3/ha e o nível 3 de 14,41 m3/ha, para a exploração em 1993. O ciclo de corte estimado para o nível 1 foi de 206 anos, para o nível 2, 108 anos e para o nível 3 foi de 57 anos. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: apesar de tratar-se de araucária nativa com diferentes idades e posição sociológica, a equação de crescimento de Prodan ajustou-se satisfatoriamente. A equação hipsométrica utilizada ajustou-se bem. A diferença da estimativa do incremento anual em volume entre o 1º e o 2º método foi de 2,24 %, sendo considerado melhor o segundo método.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPinheiro-do-parana - Crescimentopt_BR
dc.subjectArvores - Mediçãopt_BR
dc.subjectDendrometria - Modelos matematicospt_BR
dc.subjectPinheiro-do-paranapt_BR
dc.subjectArvores - Crescimentopt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleUtilização do Sistema Indonesio de Corte Seletivo para simular a produção continua de Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze em floresta primariapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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