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dc.contributor.authorLomelí Ramirez, María Guadalupept_BR
dc.contributor.otherIwakiri, Setsuo, 1957-pt_BR
dc.contributor.otherSatyanarayana, Kestur Gundappapt_BR
dc.contributor.otherBolzón de Muñiz, Graciela Inéspt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-27T16:39:20Z
dc.date.available2013-05-27T16:39:20Z
dc.date.issued2013-05-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26538
dc.description.abstractResumo: O amido termoplástico é considerado um material promissor para a fabricação de produtos e embalagens com propriedades biodegradáveis. Este trabalho contemplou o desenvolvimento de biocompósitos de amido termoplástico de mandioca e de milho reforçados por fibras de coco verde, utilizando glicerina como plastificante. Foram caracterizadas a fibra de coco verde e os amidos de mandioca e milho para conhecer suas propriedades. Os biocompósitos foram plastificados através de compressão à quente, processo inovador que permitiu elaborar um material termoplástico com distribuição homogênea das fibras de coco e boas propriedades mecânicas. Foram preparados materiais com 0% (matriz), 5%, 10%, 15%, 20%, 25% e 30% de fibra de coco. Os compósitos foram caracterizados por microscopia óptica, microscopia eletrônica de varredura, absorção de água e inchamento, acondicionamento em umidade relativa de 75%, ensaio de resistência à tração, espectroscopia na região do infravermelho, difratometria de raios X, termogravimetria e análise termo-dinâmico mecânica. O tratamento térmico (annealing) realizado após a confecção das placas de amido termoplástico reforçado que permitiu desenvolver materiais com certa rigidez e maior resistência mecânica comparados aos compósitos sem tratamento que foram flexíveis e com menor resistência a tração. A adição de fibras na matriz de amido termoplástico provocou diminuição de absorção de água, menor valor de umidade de equilíbrio, aumento na cristalinidade relativa, melhora na resistência à tração e no módulo de elasticidade, diminuição na deformação, aumento no módulo de armazenamento. Não melhorou a estabilidade térmica dos biocompósitos pela incorporação de fibra. Não foram detectadas mudanças químicas por espectroscopia infravermelho. Os padrões cristalográficas predominantes nos biocompósitos foram EH e VH Os compósitos de amido de mandioca absorveram mais umidade e apresentaram maior resistência mecânica em comparação aos compósitos de milho.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleDesenvolvimento de biocompósitos de amido termoplástico reforçados por fibra de coco verdept_BR
dc.typeTesept_BR


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