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dc.contributor.authorBergonsi, Sandra Suely Soarespt_BR
dc.contributor.otherStoltz, Tania, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduaçao em Educaçãopt_BR
dc.date.accessioned2012-01-16T07:14:17Z
dc.date.available2012-01-16T07:14:17Z
dc.date.issued2012-01-16
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26490
dc.description.abstractResumo: O tema desta investigação refere-se aos obstáculos à internalização de valores e princípios da Economia Solidária nas práticas cotidianas de pessoas associadas aos empreendimentos no modelo autogestionário. O estudo apresenta como objetivos: compreender o que impede que os valores e princípios da Economia Solidária se concretizem e transformem as relações entre as pessoas na prática cotidiana; investigar os motivos que levam o discurso sobre as práticas solidárias e cooperativas a não serem realmente internalizados pelos indivíduos; compreender os limites de um processo educacional que busca a emancipação e a autonomia dos grupos populares. A pesquisa foi realizada com o método de estudo de caso e se desenvolveu a partir das seguintes fontes de evidência: entrevista semiestruturada, relatórios apresentados à FINEP nos anos de 2005, 2006 e 2007, e observações em campo. O estudo se desenvolveu com seis participantes do grupo associativo Sabor Natural, que desenvolviam atividades na área de Panificação, residentes na Vila Torres, favela situada na área urbana de Curitiba, estado do Paraná. O grupo em questão era orientado de acordo com a metodologia de incubagem, adotada pelo Programa de Extensão Universitária, da Universidade Federal do Paraná, conhecido como Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares aos moldes da Economia Solidária e do cooperativismo autogestionário. O referencial teórico e metodológico adotado é o da Psicologia Histórico-Cultural de L. S. Vygotsky, que propõe para a análise das informações a constituição de núcleos de significação. Como resultados foram encontrados três núcleos de significação que, por sua vez, permitiram a discussão dos sentidos dados à atividade associada pelos participantes: aprendizagem para o desenvolvimento, regulação X autorregulação e caminho para a autorregulação. As conclusões do estudo indicam que para a Economia Solidária se concretizar como uma alternativa ao capitalismo, as instituições que atuam com grupos populares, organizando unidades produtivas aos moldes de associações e cooperativas autogestionárias, devem estar preparadas para atuar na perspectiva da educação não formal e voltadas ao desenvolvimento das funções psicológicas de adultos pouco escolarizados ou sem escolarização. Isto significa trabalhar articulando a formação para o associativismo ao incremento da escolarização dos associados.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTeses - Educaçãopt_BR
dc.subjectEconomia solidáriapt_BR
dc.subjectEducação não-formalpt_BR
dc.subjectFormaçao profissional - Curitiba (PR)pt_BR
dc.titleEconomia solidáriapt_BR
dc.typeTesept_BR


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