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dc.contributor.authorMarques, Ana Caroline Qualliopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Farmaceuticaspt_BR
dc.contributor.otherFadel-Picheth, Cyntia Maria Tellespt_BR
dc.contributor.otherRego, Fabianept_BR
dc.date.accessioned2013-03-05T12:44:40Z
dc.date.available2013-03-05T12:44:40Z
dc.date.issued2013-03-05
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26478
dc.description.abstractResumo: Microorganismos pertencentes ao gênero Herbaspirillum têm sido amplamente estudados em relação à sua capacidade de fixar nitrogênio. Contudo o crescente isolamento destes microorganismos a partir de amostras clínicas indica o potencial para atuar como patógeno humano. Neste trabalho 15 estirpes de Herbaspirillum, oito isolados ambientais e sete isolados clínicos, foram estudadas quanto às suas características fenotípicas, moleculares e comportamento em ensaios biológicos "in vitro”. Os resultados dos testes microbiológicos convencionais indicam que as bactérias do gênero Herbaspirillum poderiam ser erroneamente identificadas como Burkholderia cepacia, Ralstonia monolytica, Ochobacterum spp., Acidovorox spp. ou o grupo 2 Pseudomonas-like. Divergências nos resultados de alguns dos testes bioquímicos comuns aos sistemas convencionais e comerciais foram observadas. Nenhuma das estirpes isoladas de humanos foi capaz de fixar nitrogênio. O seqüenciamento do gene gyrB, realizado apenas para as estirpes isoladas de humanos, confirmam a classificação destes microorganismos no gênero Herbaspirillum, realizada previamente pelas análise de 16S rRNA. As análises de espectrometria de massa tipo MALDI-TOF permitiram identificar os picos (m/z) 3349,46 (3347,97-3351,38) e 6700,78 (6697,92-6702.3) comuns entre as 15 estirpes do gênero estudadas e um pico de 7313,47 (7311,92-7315,02) em comum para ambas as estirpes de H. frinsingense, que podem servir como marcadores para esse gênero e espécies. As análises de MALDI-TOF permitiram a identificação ao nível de espécie e estirpe, e são mais vantajosas e acuradas em relação aos ensaios bioquímicos. Os ensaios biológicos "in vitro” demonstraram que, nas condições utilizadas, as estirpes não apresentam ação citotóxica nem hemolítica, embora tenham sido capazes de aderir às células humanas. Os resultados obtidos indicam que as estirpes ambientais e clínicas são similares na grande maioria das características testadas, mas foram claramente distinguidas através da análise de MALDI-TOF, que pode eventualmente vir a ser a metodologia de referência para a identificação desses organismos. Os ensaios celulares sugerem que as estirpes de Herbaspirillum apresentam baixo potencial de virulência.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleCaracterização fenotípica e molecular de isolados humanos e ambientais de Herbaspirillum spp.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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