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dc.contributor.authorSilva, Letícia dos Reispt_BR
dc.contributor.otherLacerda Filho, Luizpt_BR
dc.contributor.otherFrança, Suzana Nesipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Saúde da Criança e do Adolescentept_BR
dc.date.accessioned2012-02-06T11:03:05Z
dc.date.available2012-02-06T11:03:05Z
dc.date.issued2012-02-06
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26164
dc.description.abstractResumo: Introdução: Doença de Graves (DG) durante a gestação pode causar complicações maternas, fetais e (ou) neonatais. Objetivos: Avaliar as consequências da DG em gestantes e neonatos de mães com a doença. Casuística e métodos: Quarenta e seis neonatos foram avaliados: 34 foram encaminhados pela Unidade de Neonatologia do Hospital de Clínicas – UFPR, dois foram encaminhados de outros serviços e 10 foram referidos à Unidade de Endocrinologia Pediátrica pelo Programa de Triagem Neonatal do Paraná (TN). Os neonatos foram divididos em dois grupos conforme o status tireoidiano materno: Grupo 1 (G1): 29 neonatos de 27 mães (duas gestações gemelares) com DG ativa; 15 mães receberam propiltiouracil (PTU), sete receberam metimazol (MMZ), quatro utilizaram PTU no primeiro trimestre e, após, MMZ e uma recebeu MMZ no início da gestação e PTU subsequentemente; e Grupo 2 (G2): 17 neonatos de 17 mães com DG curada, dos quais 13 desenvolveram hipotireoidismo e estavam em uso de levotiroxina e quatro eram eutireoidianas. Resultados: As complicações gestacionais observadas no G1 foram: trabalho de parto prematuro (TPP) em 5/27, ameaça de aborto (AA) em 6/27, doença hipertensiva específica da gestação (DHEG) em 7/27, crise tireotóxica em 3/27 e insuficiência cardíaca em 2/27. No G2: TPP ocorreu em 2/17,AA em 1/17, e DHEG em 4/17. A avaliação dos neonatos revelou as seguintes complicações no G1: 8/29 eram prematuros (RNPT) e 9/29 eram pequenos para idade gestacional (PIG). No G2: 2/17 eram RNPT e 4/17 eram PIG. Avaliação do eixo hipotálamo-hipófise-tireoide dos neonatos mostrou no G1: hipotireoidismo primário transitório (HPT) em 12/29 (oito dos neonatos da TN), eutireoidismo (EUT) em 10/29; hipotireoidismo central (HC) em 5/29 (três mães apresentaram crise tireotóxica), hipotireoidismo primário permanente (HPP) em 1/29 e 1/29 apresentou hipotireoidismo no segundo dia de vida, seguido por hipertireoidismo a partir de 11 dias de vida. No G2: EUT foi diagnosticado em 13/17, HPT em 2/17, HPP em 1/17 e hipertireoidismo em 1/17. Todos os neonatos com hipotireoidismo receberam levotiroxina, aqueles com hipotireoidismo central foram tratados por período de tempo maior. Conclusão: Apesar do aparente maior número de complicações em mães com DG ativa, e seus respectivos neonatos, a análise estatística não mostrou diferença entre as complicações em ambos os grupos.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectNeonatopt_BR
dc.subjectDoença de Gravespt_BR
dc.subjectGestaçaopt_BR
dc.subjectHipertireoidismopt_BR
dc.titleRepercussões materno-fetais e neonatais da doença de graves na gestaçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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