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dc.contributor.authorMélo, Tainá Ribaspt_BR
dc.contributor.otherIsrael, Vera Luciapt_BR
dc.contributor.otherRodacki, André Luiz Félix, 1965-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.date.accessioned2018-04-05T12:22:28Z
dc.date.available2018-04-05T12:22:28Z
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26149
dc.descriptionOrientadora : Profa. Dra. Vera Lúcia Israelpt_BR
dc.descriptionCo-orientador: Prof. Dr. André Luíz Félix Rodackipt_BR
dc.descriptionDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Biológicas, Programa de Pós-Graduaçao em Educaçao Física. Defesa: Curitiba, 17/03/2011pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 122-124pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentraçao: Exercício e esportept_BR
dc.description.abstractResumo: O presente estudo visou caracterizar as variáveis cinemáticas da marcha de crianças com diparesia espástica em plano horizontal e em plano inclinado nas fases de subida e descida. Além disso objetivou-se comparar os dados da marcha de crianças com diparesia espástica com crianças com desenvolvimento típico. Participaram do estudo 20 crianças (10 crianças com diparesia espástica e 10 crianças com desenvolvimento típico), as quais foram avaliadas em condições experimentais (plano e inclinado nas fases de subida e descida) por meio de um sistema optoelétrico de imagens que permitiu a reconstrução tridimensional do movimento. Testes de encurtamento músculo-tendíneo (Thomas Modificado, elevação da perna reta e Duncan-Ely) foram empregados para caracterizar o estado de encurtamento muscular dos participantes. Dentre as variáveis cinemáticas lineares, apenas a largura do passo diferiu entre grupos, todavia, sem influência do plano. A altura do pé foi diferiu entre os grupos apenas na fase de descida, onde as crianças diparéticas tiveram maior dificuldade em elevar o pé. As variáveis cinemáticas angulares permitiram identificar diferenças entre os grupos, o que revelou a influência da inclinação do plano. O padrão flexor (de quadril e joelho) evidenciado pelos testes de encurtamento músculo-tendíneo é confirmado pela análise cinemática para o movimento de flexão e extensão do quadril nos três planos. A influência do plano horizontal, subida e descida evidenciada ocorreu para ambos os grupos, porém com uma significativa máxima flexão de quadril maior para as crianças com diparesia na subida e menor extensão na descida. Para a flexão e a extensão do joelho durante a subida foi observada maior dificuldade de extensão dessa articulação para as crianças com diparesia quando comparadas ao grupo controle. Embora seja evidenciado um padrão flexor de quadril e joelhos para as crianças com diparesia em inclinações de 7º a atividade funcional da marcha independente pode ser mantida, ou seja, apesar das limitações as rianças conseguem adotar estratégias e realizar a função da marcha numa condição que pode ser então considerada como acessível.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present trial was aimed at characterizing the kinematic variables of gait in children with spastic diparesis in the horizontal plane and inclined plane in the uphill and downhill phases. Furthermore, the goal was to compare gait data from spastic diparetic children with those of children with typical development. Twenty children took part in this trial (10 children with spastic diparesis and 10 children with typical development), who were assessed in experimental conditions (inclined plane, in the uphill and downhill phases) by means of an optoelectric system of images which allowed a tridimensional reconstruction of movement. Tendinous muscle shortening tests (modified Thomas test, straight leg raising test and Duncan-Ely test) were employed to characterize the participants' muscle shortening status. Among the linear kinematic variables, only the stride width was different between the groups, however not influenced by the plane. The foot height differed between the groups only in the downhill phase, where diparetic children had more difficulty in raising their foot. Angular kinematic variables allowed for the identification of differences between the groups, which revealed the influence of plane inclination. The flexor pattern (of hip and knee), made evident by the tendinous muscle shortening tests, is confirmed by kinematic analysis for the flexion and extension movement of the hip in the three planes. The influence of the horizontal plane, uphill and downhill, occurred for both groups, however diparetic children presented a significant maximum hip flexion when uphill and lesser extension when downhill. As to uphill knee flexion and extension, it was observed that children with diparesis had greater difficulty in extending this joint when compared to the control group. Although a hip and knee flexion pattern is evident in diparetic children in inclinations of 7º, the functional activity of independent gait can be maintained, that is, despite the limitations children are capable of adopting strategies and undertaking gait function in a condition which can be regarded as accessible.pt_BR
dc.format.extent126f. : il.; grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectMarcha humanapt_BR
dc.subjectCinematicapt_BR
dc.subjectdiparesia espasticapt_BR
dc.subjectEducação físicapt_BR
dc.titleAnálise cinemática da marcha de crianças com diparesia espástica em plano inclinadopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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