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dc.contributor.authorMeireles, Paôla Wolskipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Microbiologia, Parasitologia e Patologiapt_BR
dc.contributor.otherSoccol, Vanete Thomazpt_BR
dc.contributor.otherMontiani-Ferreira, Fabianopt_BR
dc.date.accessioned2011-06-20T12:44:00Z
dc.date.available2011-06-20T12:44:00Z
dc.date.issued2011-06-20
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25769
dc.description.abstractResumo: O objetivo desse trabalho primeiramente foi, comparar as técnicas coproparasitológicas, Sheater (1929) e Faust (1938), nas diferentes populações, felina e canina, provenientes de ambientes com condições sanitárias distintas, analisando concomitantemente dados como sexo e faixa etária. Os isolados positivos, ou seja, aqueles animais que foram observados cistos de Giardia sp. no material fecal, foram isolados, juntamente com os animais negativos as técnicas anteriormente citadas, para serem submetidos à técnica molecular e responder ao outro objetivo do trabalho, ou seja, comparar métodos diagnósticos, coproparasitológicos e moleculares.Tanto na população canina quanto na felina, numericamente a técnica de Faust mostrou-se mais eficiente, porém somente na população felina a diferença foi estatisticamente significativa. A faixa etária mais acometida pelo protozoário nos cães foi a ,de 3 a 6 meses, e nos gatos foi na maior de 6 meses. Quanto ao sexo, os machos da população albergada e as fêmeas da população canina domiciliada obtiveram valores numericamente superiores. Na população felina os machos que mais foram acometidos pela infecção. Ao comparar técnica molecular com coproparasitológica, na população canina não houve diferença estatística, porém numericamente o valor do resultado para técnica coproparasitológica foi superior a molecular. Na população felina observou-se resultado estatístico significativo entre as técnicas moleculares e coproparasitológica., sendo a molecular mais eficiente. O presente trabalho direciona o Médico Veterinário na rotina clínica, tanto na escolha da melhor técnica, diagnóstica, quanto na situação mais apropriada para adoção de medidas profiláticas, tendo em vista a relevância do protozoário pesquisado.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectGiardiasept_BR
dc.subjectAnimais domesticos - Doençaspt_BR
dc.titleGiardia S.P./Giardíase em animais de companhia.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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