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dc.contributor.advisorRios, Flavia Sant'Annapt_BR
dc.contributor.authorForgati, Marianapt_BR
dc.contributor.otherKirschnik, Peter Gaberzpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecularpt_BR
dc.date.accessioned2018-04-23T17:49:16Z
dc.date.available2018-04-23T17:49:16Z
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25672
dc.descriptionOrientadores : Profa. Drª Flavia Sant'Anna Rios, Prof. Dr. Peter Gaberz Kirschnikpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular. Defesa: Curitiba, 15/03/2011pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 63-68pt_BR
dc.description.abstractResumo: Os peixes experimentam, durante seu ciclo de vida, períodos de privação alimentar, conseguindo sobreviver nesta situação por muito tempo, sem que os processos vitais sejam prejudicados. É sabido que os animais realimentados após um período de jejum exibem um crescimento mais acelerado do que os animais alimentados continuamente, sendo este fenômeno conhecido por crescimento compensatório. Dessa forma, o objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos da privação alimentar e da realimentação sobre o crescimento e o metabolismo energético de juvenis de carpa (Cyprinus carpio). Foram utilizados 120 peixes distribuídos em 8 situações experimentais, controle de 30 dias, controle de 60 dias, jejum por 30 dias, realimentados por 3, 7, 14, 30 e 60 dias após jejum. Após os bioensaios, os animais tiveram amostras de sangue retiradas para a determinação plasmática de proteínas totais, glicose, triglicerídeos e colesterol (total e LDL). Os animais foram, então, sacrificados e tiveram amostras da musculatura branca destinadas à morfometria das fibras musculares (espessura e densidade das fibras) e à análise da composição centesimal. Os resultados demonstraram que o peso corporal e comprimento padrão dos peixes foram inferiores durante o período de privação alimentar, mas se recuperaram após a realimentação por 30 dias. O fator de condição manteve-se constante ao longo do experimento, bem como a concentração de proteínas musculares e o percentual de minerais. O jejum promoveu uma hidratação da musculatura branca, sendo este resultado uma consequência da mobilização de lipídeos e proteínas. Por outro lado, o glicogênio foi parcialmente poupado durante a privação alimentar. A realimentação promoveu a recuperação desses metabólitos, sendo que estes atingiram concentrações semelhantes ou superiores a dos controles, como o caso do glicogênio. Quanto aos intermediários metabólicos, observou-se uma manutenção dos níveis de glicose ao longo de todo o experimento. Por outro lado, as concentrações de triglicerídeos e de proteínas totais reduziram significativamente durante o jejum, indicando a mobilização de lipídeos e proteínas, respectivamente, confirmando os dados obtidos com a análise da composição centesimal da musculatura branca da carpa. Estes determinantes apresentaram concentrações semelhantes às dos controles após a realimentação. A privação alimentar levou, também, à alteração na celularidade da musculatura da carpa, com uma diminuição na espessura das fibras (atrofia). Quanto à densidade de fibras menores e maiores, pôde-se observar que, nos grupos em jejum, as fibras menores diminuíram em densidade, uma vez que as mesmas foram consumidas durante a privação alimentar. Uma vez que ao longo da realimentação foi possível observar uma tendência dos indivíduos a apresentar as mesmas condições dos indivíduos limentados continuamente, pode-se afirmar que até os 30 dias de realimentação, houve uma total recuperação do período de inanição. Após os 60 dias de realimentação, no entanto, o que se observa é uma total compensação da carpa ao jejum. Tendo em vista uma melhor produção com menor custo com a alimentação, seria interessante adotar este tipo de programa alimentar para a carpa, uma vez que o mesmo não prejudica a qualidade do produto final a ser comercializado.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Fish experiments natural periods of food deprivation during its life cycle, surviving for long in this situation, without impairment of life processes. It is known that animals refed after fasting periods grow faster than animals fed continuously, and this phenomenon is known as compensatory growth. Thus, the aim of this study was to assess the effects of food deprivation and refeeding on growth and energy metabolism of juvenile carp (Cyprinus carpio). A total of 120 fishes were distributed into 8 experimental conditions: fed for 30 days, fed for 60 days, starved for 30 days, refed for 3, 7, 14, 30, and 60 days after fasting. After the bioassay, blood samples were taken for determination of plasma total protein, glucose, triglycerides, and cholesterol (total and LDL). White muscle samples were taken for fiber morphometry (area and density of fibers) and analysis of the centesimal composition. The results showed that body weight and standard length of fish were lower during the period of food deprivation, but recovered after refeeding. The condition factor and percentage of minerals was constant throughout the experiment. Fasting resulted in hydration of the white muscle. This result is a consequence of the mobilization of lipids and proteins. On the other hand, glycogen was partially spared during fasting. Refeeding has promoted the recovery of these reserves, reaching similar to or higher concentrations than the controls, as in case of glycogen. Glucose levels were maintained throughout the experiment. On the other hand, concentrations of triglycerides and total protein decreased significantly during fasting, indicating the mobilization of lipids and proteins, respectively, confirming the data obtained from the analysis of chemical composition of white muscle of carp. These determinants showed concentrations similar to controls after refeeding. Food deprivation induced changes in muscle cellularity of the carp, with a decrease in fiber area (atrophy). Regarding the fiber density, it was observed that in the fasted groups, the smaller fibers decreased in density, since they were consumed during food deprivation. Fed individuals tend to present the same conditions of continuously fed fish. It can be stated that up to 30 days of refeeding, there was a recovery period of total starvation. After 60 days of refeeding, however, there is a compensation of carp to fasting (compensatory growth). For a better production with lower cost power, it would be interesting to adopt this type of program to feed the carp, since it does not affect the quality of the final product to be marketed.pt_BR
dc.format.extent76f. : il. [algumas color.], grafs., tabs., maps.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectCarpa (Peixe) - Criaçãopt_BR
dc.subjectCitologia e biologia celularpt_BR
dc.subjectBiologia molecularpt_BR
dc.titleCrescimento muscular compensatório e metabolismo energético de Cyprinus Carpio realimentados após privação de alimentopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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