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dc.contributor.advisorZanette, Fláviopt_BR
dc.contributor.authorIritani, Cecília, 1942-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-21T17:57:29Z
dc.date.available2013-05-21T17:57:29Z
dc.date.issued2013-05-21
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25414
dc.description.abstractVisando o desenvolvimento de um protocolo para a regeneração dos genótipos superiores da Araucaria angustífolia (Bert) O. Ktze, procurou-se verificar os aspectos básicos envolvidos e o comportamento da espécie quanto à micropropagação, através do cultivo dos segmentos caulinares de mudas de 30 a 60 dias, com a obtenção de brotos axilares ortotrópicos. Dos oito a 10 meristemas axilares presentes nestes segmentos, em cultivos no meio MS/2, desenvolveram-se em média dois a três brotos, dos quais, um a dois dominantes. Das citocininas utilizadas para a obtenção de maior número de brotos, verificou-se que a espécie é sensível à zeatina, mas em combinação com o meio MCM. As gemas apicais e os brotos dominados somente cresceram no meio básico MS/2, com o acréscimo de carvão ativado (5g, lOg ou 20 gil), e ácido giberélico (2 mg/l). O enraizamento (60% a 80%) dos brotos dominantes, foi obtido mediante o tratamento indutivo prévio por seis ou 12 dias, com o ácido indol-3-butírico (6 e 12 mg/I) em meio básico simples, contendo somente 30 g/l de sacarose e 6 g/l de ágar. A emergência e o desenvolvimento das raizes ocorreram nos meios MS/2 ou M514, com duas fases: uma superior com vermiculita e 4,5 g/l de ágar, na qual foram inseridas as bases dos brotos, e a inferior com 6 g/l de ágar, sem vermiculita. Embriões maduros da espécie não mostraram competência para a organogênese, face aos tratamentos testados, mas mostraram que é possível a multiplicação do meristema apical, por meio de tratamentos citocininicos indutivos com altas concentrações e curto prazo (duas-três horas). Para se contornar a limitação da pesquisa a três-quatro meses por ano, imposta pela periodicidade da frutificação, foram testados, com sucesso, dois tipos de armazenamento a frio: o dos pinhões, a -2°C, com 80% de germinação após seis meses; das mudas de 30 a 60 dias, a 4°C, com inibição total do crescimento; também por seis meses. Verificou-se ser viável o rejuvenescimento ex vitro dos indivíduos adultos da espécie, mediante enxertias sucessivas em mudas de 4-6 cm de altura, e em condições ambientais controladas (17 °C ± 2 °C, 60 a 90% de umidade relativa). Os estudos anatômicos mostraram que a Araucária tem grande poder de regeneração, pela rapidez (15 dias) da organização dos meristemas axilares em brotos; capacidade de desdiferenciação das células parenquimáticas do córtex, para a formação do tecido pró-vascular para a conexão dos brotos e segmento caulinar de origem e formação das raizes a partir de células pró-vasculares do calo basal dos brotos. As raízes formadas provaram ser funcionais pela boa sobrevivência das mudas obtidas e transplantadas para o solo. O desenvolvimento do protocolo da multiplicação da espécie via microestacas de mudas é possível, havendo no entanto a necessidade de se ampliar os estudos relativos à obtenção de brotos multiplos a partir dos meristemas axilares do caule.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPinheiro-do-parana - Propagação in vitropt_BR
dc.subjectArvores - Propagação-in vitropt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAspectos multiplos da cultura in vitro da Araucaria angustifolia (Bert) O. Ktzept_BR
dc.typeTesept_BR


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