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dc.contributor.advisorHosokawa, R. T. (Roberto Tuyoshi), 1945-pt_BR
dc.contributor.authorCruz, Eduardo Coutinhopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-29T19:01:44Z
dc.date.available2013-05-29T19:01:44Z
dc.date.issued2013-05-29
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25408
dc.description.abstractO trabalho apresenta o desenvolvimento do método Cross como alternativo para caracterizar as estruturas diamétrica e basimétrica de floresta tropical amazônica, e para testá-lo segundo opções de manejo no contexto da "floresta balanceada de Meyer". Utilizou-se dados oriundos de parcelas permanentes instaladas na Floresta Nacional do Tapajós, localizada no Município de Belterra, Estado do Pará. Testou-se e comparou-se este método, em escala logarítmica natural, com outros dois procedimentos conhecidos: o proposto por HERING (1994), em escala semi-logarítmica, e o Tradicional, em escala decimal, largamente usado por pesquisadores florestais. A metodologia baseou-se na definição de intervalos de classe diamétrica de forma diferenciada para cada método, e no agrupamento do número de árvores e da área basal nessas respectivas classes. Utilizou-se estatísticas de tendência central, de dispersão e de precisão em termos absoluto e relativo, probabilidade empírica, quociente "q" de De Liocourt, e razão "r", para comparar os três métodos em relação aos dois parâmetros, e selecionar o melhor dentre os três para descrever as estruturas diamétrica e basimétrica da floresta estudada. Ajustou-se a função de distribuição exponencial I de Meyer a cada método. Para comparação dos resultados obtidos, adotou-se as seguintes estatísticas: 1) coeficiente de correlação múltiplo; 2) coeficiente de determinação; 3) soma do quadrado dos resíduos; 4) quadrado médio dos resíduos; 5) "F" calculado e significância; 6) "t" calculado e significância para os coeficientes ?0 e ?1; 7) desvio padrão; 8) erros padrões de estimativa absoluto e relativo; 9) erro padrão dos coeficientes ?0 e ?1; e, 10) análise gráfica dos resíduos absolutos. Testou-se e comparou-se opções de manejo para os métodos Tradicional e Cross, segundo quatro variações do quociente "q" de De Liocourt, obtido a partir do número de árvores estimado pela respectiva equação de regressão, e área basal remanescente desejada sob três níveis de intervenção. Segundo os procedimentos e critérios metodológicos testados, verificou-se a superioridade do método Cross em relação aos outros dois procedimentos. De modo geral, os resultados encontrados confirmam e validam a utilização do método alternativo Cross para caracterizar as estruturas diamétrica e basimétrica e para testar opções de manejo de floresta tropical amazônica, segundo o conceito de "floresta balanceada de Meyer".pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectManejo florestal - Modelos matematicos - Parapt_BR
dc.subjectManejo florestal - Métodos estatísticos - Parapt_BR
dc.subjectDendometria - Modelos matematicos - Parapt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectFloresta Nacional do Tapajos (PA)pt_BR
dc.titleO método Cross para caracterização das estruturas diamétrica e basimétrica de Floresta Tropical Amazônicapt_BR
dc.typeTesept_BR


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