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dc.contributor.advisorArce, Julio Eduardopt_BR
dc.contributor.authorOrué, Norma Elizabetpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-24T14:22:34Z
dc.date.available2013-06-24T14:22:34Z
dc.date.issued2013-06-24
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25367
dc.description.abstractExiste consenso na opinião de que os métodos tradicionais de inventário florestal baseados em medições de campo podem ser complementados com informações obtidas a partir do sensoriamento remoto. Considerando que a Argentina vem aplicando uma nova política de incentivos fiscais desde 1995, gerando um acréscimo significativo na superfície de floresta plantada na província de Misiones, será necessário contar com informações mais precisas, em maior número e sistematicamente obtidas ao longo do tempo, para fazer o monitoramento de tais plantios. No presente estudo avalia-se a potencialidade da informação espacial e espectral de dados do Landsat 7, na discriminação de variáveis dendrométricas especialmente volume de uma plantação de Pinus (P. taeda e P. elliotti) localizada em Colonia Delicia (Argentina). Foram utilizados valores médios de talhões de inventário de campo para a classificação, análise de correlação e regressão linear. Foi utilizada a textura como ferramenta para extrair a informação espacial da banda pancromática (15m). Conclui-se que, através do procedimento de classificação pixela- pixel, as informações espaciais e espectrais do sensor são insuficientes para a discriminação de classes de volume, podendo-se diferenciar com precisão aceitável somente as classes de maior volume (> 300 m3/ha). A partir das avaliações realizadas observou-se que a textura medida na banda pancromática extrai mais informação espacial que nas bandas multiespectrais. Foi possível relacionar significativamente, em 67 talhões, as variáveis dendrométricas: número de árvores, diâmetro médio a altura do peito, altura média, área basal, volume e logaritmo do volume, com as variáveis digitais (refletância das bandas 1 -5 e 7, e as originadas por cálculo de textura da banda pancromática). No entanto, os níveis de correlação obtidos foram baixos (r = 0.22-0,70). As variáveis de quantidade de vegetação (número de árvores, área basal, e volume) mostraram relação inversa com os valores de refletância nas bandas do vermelho e infravermelho médio. A altura não apresentou correlação com nenhuma das variáveis digitais analisadas. O DAP correlacionou-se positivamente com as bandas do visível, com exceção da banda 2 e as do infravermelho médio. Dos descritores de textura utilizados, a média apresentou valores de correlação significativos com a densidade, área basal, volume e seu logaritmo. O DAP foi a única variável dendrométrica relacionada com vários descritores de textura; porém estes valores foram baixos (r = 0,30-0,38). O volume sem transformar obteve melhores valores de correlação com as variáveis digitais do que com o logaritmo de volume. A variável digital mais sensível às diferenças de volume foi a refletância da banda 4 (r = 0,70), sendo também a melhor correlacionada com as variáveis número de árvores e área basal. Para o estabelecimento do modelo através de regressão linear a amostra foi dividida em um conjunto para ajuste e outro para validação, estimando-se o volume a partir da refletância da banda 4 com um erro de 59,7 m3 e um coeficiente de determinação de R2= 0,43.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFlorestas - Sensoriamento remotopt_BR
dc.subjectLandsat (Satelites)pt_BR
dc.subjectPinheiropt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectPovoamento florestalpt_BR
dc.subjectSatelites artificiais em sensoriamento remotopt_BR
dc.titleEstimativa de volume de povoamentos de Pinus spp. utilizando dados do satélite Landsat 7pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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