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dc.contributor.advisorTomaselli, Ivanpt_BR
dc.contributor.authorNumazawa, Sueo, 1952-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-27T18:38:06Z
dc.date.available2013-06-27T18:38:06Z
dc.date.issued2013-06-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25365
dc.description.abstractO desperdício de madeiras, sob a forma de resíduos da exploração florestal e das industrias, ë uma realidade vivida na região amazônica. Considerando este aspecto, o presente trabalho teve como objetivo desenvolver um estudo de aproveitamento de madeiras residuais da exploração florestal do planalto da Estação Experimental de Curuá-Una/Pa. , pertencente a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia-SUDAM, para a produção de carvão vegetal. As especies estudadas foram: Dinizia Excelsa, Ducke (Angelim pedra), Manilkara huberi, {Ducke) Standl. (Maçaranduba) e Goupia gabra, Aubl. (Cupiuba). A carbonização das madeiras foi realizada em laboratório utilizando-se um forno, elétrico. Foram adotadas três temperaturas finais de carbonização de 400°C, 600°C e 800°C, e dois tem pos de permanência no patamar final de carbonização de 10 (dez) e 30 (trinta) minutos. Foram estudadas as propriedades físico-químicas do carvão, constando de: rendimento gravimétrico ;do carvão em porcentagem; densidade básica aparente (g/cm3); poder calorífico superior (Kjoule/Kg) e teores de carbono fixo, materiais voláteis e cinzas, em porcentagem. Além destas propriedades foi feito estudo sobre a potencialidade energética por quilo de madeira e por área (Kjoule/Kg e Kjoule/hectare);. Os principais resultados encontrados foram: a) A temperatura final de carbonização foi o fator que mais influenciou nas propriedades estudadas. b) 0 rendimento gravimétrico do carvão decresceu, principalmente.com o aumento da temperatura final de carbonização. c) A densidade aparente do carvão variou muito pouco com as alterações, da temperatura e do tempo de permanência no pata mar final de carbonização. d) 0 teor de carbono fixo aumentou e o de materiais voláteis diminuiu em razão da elevação da temperatura final de carbonização. Esse comportamento também se observou quando o tempo de permanência foi aumentado, porem, de forma menos marcante. 0 teor de cinzas variou muito pouco em função das variações da temperatura e do tempo de permanência. e) 0 poder calorífico superior variou de 29.819 a 35.096 Kjoule/Kg de carvão, sendo que, o carvão produzido sob a temperatura de 600°C apresentou um valor energético maior que os carvões produzidos sob 4.00°C e 800°C, independentemente da espécie e do tempo de permanência no patamar final de carbonização. f) Paia uma mesma temperatura e mesmo tempo de permanência, a madeira de Angelim pedra destacou-se com maior potencialidade energética por quilo de madeira, seguida de Maçaranduba e Cupiuba. g) A madeira de Maçaranduba ê a que proporcionou a maior potencialidade energética por área, seguida de Angelim pedra e Cupiuba. h) O aproveitamento de resíduos de madeira, oriundos de uma floresta tropical, densa, mecanicamente explorada, com uma intensidade igual a que foi conduzida por SUDAM31 , pode significar o equivalente a 21,4 TEP (tonelada equivalente petróleo); a 15,6 TEP e a 14,5 TEP, por. hectare , quando carbonizados respectivamente sob 400°C, 600°C e 800°C, considerando-se somente as espécies estudadas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectResiduos de madeira como combustivel - Parapt_BR
dc.subjectCarvão vegetal - Parapt_BR
dc.titleAproveitamento de residuos da exploração florestal em Curua-UNA/Pa, para produção de carvão vegetalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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