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dc.contributor.advisorSanquetta, Carlos Roberto, 1964-pt_BR
dc.contributor.authorGomide, Guilherme Luis Augustopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.contributor.otherFinegan, Bryanpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-27T16:56:26Z
dc.date.available2013-05-27T16:56:26Z
dc.date.issued2013-05-27
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25325
dc.description.abstractEste estudo analisou e comparou a dinâmica da composição florística das florestas secundárias, em diferentes fases de sucessão, no Brasil (Florestas do Jari e Belterra) e na Costa Rica (em quatro florestas na fazenda Tirimbina), agrupadas conforme a fase em que se encontravam. Foram instaladas parcelas permanentes de amostragem e realizado inventário contínuo durante oito anos. Para estudo da floresta como um todo, as espécies foram classificadas em heliófitas efêmeras, heliófitas duráveis e esciófitas. Os indivíduos foram distribuídos por espécie, gênero e família botânica, e analisados em diferentes períodos. A análise fitossociológica utilizou índices de abundância, dominância e freqüência. Os resultados indicam que a taxa de crescimento das florestas secundárias tropicais depende do grupo ecológico dominante, que as árvores menos sujeitas à competição têm maior crescimento e que as espécies heliófitas efêmeras são muito semelhantes em comportamento, ainda que com padrões temporais diversos. Verificou-se que a presença de remanescentes da floresta afetada pelo desmatamento tem grande importância na recuperação da riqueza das espécies na sucessão secundária. Durante o monitoramento duas florestas encontravam-se nesta segunda fase de sucessão, porém uma delas, aos 13 anos, já apresentava características da terceira fase sucessional. O tamanho das áreas e o processo de colonização determinam a riqueza e a rapidez da recuperação das espécies da sucessão secundária. As árvores menos sujeitas à competição apresentam maior crescimento. Na sucessão secundária existe semelhança entre o padrão de variação nas taxas da mortalidade e recrutamento entre as florestas. O trabalho concluiu também que as espécies de um mesmo grupo ecológico apresentam comportamento semelhante e que os grupos diferem marcadamente entre si.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDinamica florestal - Amazônia (BR)pt_BR
dc.subjectDinamica florestal - Costa Ricapt_BR
dc.subjectSucessão ecologica - Tropicospt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleDinâmica sucessional de florestas neotropicais secundáriaspt_BR
dc.typeTesept_BR


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