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dc.contributor.authorSilva, Camila Tainah dapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Biológicas (Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básica)pt_BR
dc.contributor.otherKlassen, Giselipt_BR
dc.contributor.otherPrado, Karin Braunpt_BR
dc.date.accessioned2011-03-14T11:41:27Z
dc.date.available2011-03-14T11:41:27Z
dc.date.issued2011-03-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25290
dc.description.abstractResumo: A proteína MMP-2 é membro da família das metaloproteases de matriz, que atuam na clivagem proteolítica de diversos constituintes da matriz extracelular. Por clivar o principal constituinte das membranas basais, o colágeno tipo IV, a MMP-2 possui importante papel nos processos de invasão e metástases tumorais. Um estudo desenvolvido com a linhagem tumoral de mama MCF7 mostrou que o gene MMP2 apresenta hipermetilação da ilha de CpG na região promotora sugerindo que a expressão dessa enzima no câncer de mama poderia ser regulada por mecanismos epigenéticos (Chernov et al., 2009). Neste trabalho, damos continuidade ao estudo da regulação epigenética da MMP2 em tumores primários de mama, com intuito de verificar sua aplicação como marcador molecular no prognóstico da doença. Após o tratamento do DNA de 25 amostras tumorais de mama com bissulfito de sódio, foi realizada a metodologia do PCR específico para metilação (MSP) com iniciadores utilizados por Chernov (2009). Foi verificada diferença na metilação entre os tumores de mama, sendo 48% das amostras consideradas metiladas para MMP2. Para análise de imunohistoquímica (IHQ) da MMP-2 em 18 dos tumores, 78% destes apresentavam expressão de MMP-2. Quando comparamos a presença de MMP-2 (IHQ) com a metilação do gene (MSP) tivemos um resultado contraditório e não significativo, indicando que outros iniciadores devem ser planejados para o estudo de metilação do gene MMP2 em tumores de mama. Analisando os dados de IHQ com as variáveis clínico-patológicas, observamos que 85% das amostras contendo menos de 30% das células coradas para receptor de estrógeno (RE) apresentaram expressão de MMP-2, enquanto que as amostras com mais de 30% das células coradas para RE, esse valor diminui para 50%. Todas as amostras que apresentavam o gene do receptor de estrógeno metilado (ESR1) apresentam expressão de MMP-2 e das amostras ESR1 não metiladas, apenas 43% apresentam expressão de MMP-2. Portanto em nosso trabalho observamos que é muito importante avaliar a presença da proteína MMP-2 em câncer de mama porque esse dado em conjunto com a negatividade de RE indica um mau prognóstico.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectMamas - Cancerpt_BR
dc.titleEstudo da regulação do promotor da metaloprotease-2 por metilação do DNA e sua correlação com dados imunohistoquímicos e clínico-patológicos em pacientes com câncer de mama de Curitiba-PRpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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