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dc.contributor.advisorEmerenciano, Dartagnan Baggio, 1951-pt_BR
dc.contributor.authorSouza, Mara Freire Rodrigues dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-25T14:12:33Z
dc.date.available2013-06-25T14:12:33Z
dc.date.issued2013-06-25
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25238
dc.description.abstractEste trabalho teve como objetivo a definição de um tamanho de unidade amostrai que propicie o monitoramento adequado de Planos de Manejo em Florestas Tropicais, com vistas à produção de madeira para carvão vegetal e se realizou em áreas da Companhia Siderúrgica Vale do Pindaré, situada entre os municípios de Bom Jardim e Carutapera, no Estado do Maranhão. Foram utilizados 6 blocos de 5 ha onde foi realizada a enumeração completa de todas as árvores acima de 3 metros de altura e testados 30 diferentes tamanhos de unidades amostrais, iniciando-se em 250 m2 até 4000 m2. A variável utilizada foi a área basal (G). Para tanto avaliou-se o comportamento do Coeficiente de Variação (CV). da área basal, em função do aumento da área amostrai. As unidades amostrais dos diversos tamanhos foram obtidas com o uso do programa SUA _ Simulador de Unidades Amostrais, desenvolvido especificamente para este fim. Testou-se 8 modelos de regressão, para estimar o C.V. em função da área amostrai, com os quais foram elaborados os gráficos de tendência do C.V. observado e estimado. A partir destes gráficos encontrou-se o "Ponto de Máxima Curvatura", a partir do qual o C.V. tende a se estabilizar e um aumento da área amostrai não implica em um diminuição significativa do C.V.. Partindo-se do pressuposto de que o C.V. é função do desvio (s) pela média (x), desenvolveu-se um programa através do software MINITAB que aplica o teste F para as variâncias (desvio ao quadrado), e o teste t para as médias, encontrando para ambos os casos o valor-p da estatística, para o nível de 95% de probabilidade, no qual busca-se o ponto em que o valor-p seja superior a 5%. Com base nos resultados foi possível concluir que: a) A grande variabilidade nos níveis de intervenção (exploração florestal) em cada bloco impediu a possibilidade de obtenção de uma única função para estimar o CV% em função do tamanho da unidade amostrai; b) os resultados obtidos do tamanho amostrai ideal para cada bloco confirmam as informações bibliográficas de que há uma correlação direta entre o nível de intervenção e a área amostrai necessária, para estimar com precisão aceitável, a área basal por unidade de área; c) os melhores tamanhos de unidades amostrais para esse tipo de manejo estão entre 400 e 1800 m2, sendo que o tamanho de 1800 m2 pode ser utilizado para qualquer nível de intervenção.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFlorestas tropicais - Administração - Maranhãopt_BR
dc.subjectInventario florestal - Maranhãopt_BR
dc.subjectLevantamentos florestais - Maranhãopt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleDefinição do tamanho da unidade amostral para monitoramento de planos de manejo em floresta tropical no Estado do Maranhãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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