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dc.contributor.advisorKeinert Júnior, Sidon, 1951-pt_BR
dc.contributor.authorBrito, Edva Oliveirapt_BR
dc.contributor.otherMoreschi, João Carlospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.contributor.otherCastro. Nadir Silvapt_BR
dc.contributor.otherKeinert Jr., Sidon, 1951-pt_BR
dc.date.accessioned2013-06-28T18:40:48Z
dc.date.available2013-06-28T18:40:48Z
dc.date.issued2013-06-28
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/25151
dc.description.abstractForam confeccionadas chapas de partículas que se caracterizaram pelo uso de partículas com espessura e comprimento controlados, maiores que aquelas usadas nas chapas convencionais. A matéria-prima foi proveniente de três espécies de Pinus, isto é, P. taeda, P, elliottii e P. patula, com 17 anos respectivamente. As chapas, num total de 30 para cada espécie, foram prensadas a quente, com temperatura de 160ºC e pressão de 35 kg/cm2. As densidades nominais foram de 0,60 e 0,75 g/cm3 para chapas com 1,3 cm de espessura. A resina usada foi fenol-formaldeido (FF) em dois níveis, 4 e 8 porcento (peso/peso). As chapas foram avaliadas pelos seguintes testes: Flexão estática (Módulo de Ruptura (MOR) e Módulo de Elasticidade (MOE)), Estabilidade Dimensional (Expansão Linear (EL), Inchamento em Espessura (IE e Absorção de Água (AA), Ligação Interna (LI) e Resistência, ao Arrancamento de Parafuso (RAP). Os valores mínimos e máximos obtidos, considerando-se as três espécies, foram os seguintes: MOR = 245,16 e 550,18 kg/cm2 , MOE = 52017 e 105503 kg/cm2; EL = 0,036 e 0,109%; IE = (2hs) 23,09 e 59,41% (24hs) 30,16 e 65,33%; AA = (2hs) 34,73 e 112,49%, (24hs) 49,18 e 122,07%; LI = 9,32 e 24,49 kg/cm2 e RAP = 130,2 e 269,8 kg. Esses resultados obtidos foram considerados excelentes, uma vez que corresponderam e não raramente ultrapassaram os valores mínimos exigidos pela norma comercial CS 236-66, normalmente utilizada nos EUA para este tipo de chapa. Cabe uma ressalva para o teste Inchamento em Espessura que ã primeira vista parece ser muito elevado, mas deve-se considerar que as condições foram bastante drásticas, isto ê, imersão em água por 2 e 24 horas, sem nenhum tratamento superficial para proteção das chapas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPlaca de fibrapt_BR
dc.titleA viabilidade de utilização de especies de Pinus para a produção de chapas de composição estruturais "waferboards"pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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