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dc.contributor.authorPrantoni, Alessandro Líviopt_BR
dc.contributor.otherLana, Paulo da Cunha, 1956-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Centro de Estudos do Mar. Programa de Pos-Graduação em Sistemas Costeiros e Oceanicospt_BR
dc.date.accessioned2010-12-01T13:08:26Z
dc.date.available2010-12-01T13:08:26Z
dc.date.issued2010-12-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24911
dc.description.abstractResumo: Uma das características mais marcantes das associações bênticas é a distribuição dos organismos em manchas ao longo do espaço e do tempo. Neste sentido, definir ou reconhecer padrões de distribuição exige o conhecimento da importância relativa das diversas escalas espaciais envolvidas. Este estudo avalia os padrões de distribuição espacial das associações macrobênticas em uma área ao largo da plataforma continental interna do Estado do Paraná (25° 37’ 18’’ S e 48° 23’ 57’’ W), próximo à desembocadura da Baía de Paranaguá, através de um desenho amostral hierarquizado ao longo da isóbata de 10 m. Um delineamento amostral com quatro escalas espaciais de variação foi aplicado em períodos de verão e inverno: 3 setores (escala de 103 m), 3 locais (102), 3 pontos (101) e 6 réplicas (100), totalizando 162 amostras. Em cada ponto foi caracterizado o sedimento e determinados os teores de carbono orgânico total, nitrogênio e fósforo total, clorofila-a e feopigmentos. A significância das variações na densidade dos organismos macrobênticos, nas diferentes escalas espaciais, foi analisada através de uma análise de variância hierárquica (nested ANOVA) com a estimativa dos componentes de variância, em conjunto com análises multivariadas (PERMANOVA, nMDS e BioEnv). As características do fundo e as propriedades geoquímicas dos sedimentos exibiram marcada heterogeneidade espacial. A temperatura e a salinidade de fundo, tanto nas amostragens de verão como nas de inverno, mostraram um marcado padrão sazonal, mas sem alterações consistentes entre pontos, locais e setores, mantendo-se praticamente estáveis. A macrofauna local mostrou-se bastante diversificada e numericamente dominada por poliquetas de pequeno porte, que representaram 87% e 90% do total da macrofauna respectivamente nos períodos de inverno e verão. Crustáceos, bivalves, ofiuróides, sipúnculos, nemertinos, anfioxos e hemicordados ocorreram em menor densidade. A análise hierarquizada dos padrões de distribuição revelou que as associações acrobênticas podem variar em todas as escalas espaciais investigadas. Contudo, a menor escala de investigação foi a que mais contribuiu para os padrões observados. Uma mesma espécie, como é o caso do capitelídeo Mediomastus sp, pode apresentar padrões de distribuição distintos ao longo do tempo. O estudo mostrou que modelos amostrais hierarquizados devem ser de fato aplicados para avaliar a variabilidade temporal das associações bênticas e das propriedades geoquímicas e granulométricas dos sedimentos, condicionadores da distribuição dos animais. Os poliquetas podem ser usados com segurança como um proxy para representação da estrutura das associações macrobênticas locais.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleVariabilidade espacial do macrobentos em uma área de plataforma interna próxima à desembocadura da Baía de Paranaguá - Paraná - Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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