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dc.contributor.authorHauer, Margitpt_BR
dc.contributor.otherSilva, Ivan Crespopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-24T18:42:56Z
dc.date.available2013-05-24T18:42:56Z
dc.date.issued2013-05-24
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24894
dc.description.abstractResumo: Atualmente, no Brasil, é crescente a preocupação com a regularização ambiental dos estabelecimentos rurais. No entanto, para muitos estabelecimentos da agricultura familiar camponesa, a adoção de medidas para a regularização, frente à legislação ambiental, encontra dificuldades, em diversos níveis e de diversas naturezas. Consoante a isso, buscou-se aprofundar a discussão sobre o tema (readequação/regularização ambiental na agricultura familiar camponesa), buscando a rev lação de fatores que possam influenciar neste processo. Partiu-se do pressuposto do cumprimento da função socioambiental da propriedade rural, compreendida holisticamente, por meio da abordagem ecossistêmica. A fim de buscar os elementos necessários para a análise pretendida, foram vistoriados 35 estabelecimentos rurais da agricultura familiar, situados na Região Centro-Sul do Paraná, nos municípios de Palmeira, Rebouças, Rio Azul e São Mateus do Sul. Para cada estabelecimento foi preenchido um questionário de respostas não induzidas, de modo a permitir à família de agricultores a exposição de seus sistemas de produção, de suas dificuldades e de suas perspectivas. Entendeu-se como fundamental o papel dos estabelecimentos da agricultura familiar camponesa como unidades de produção, capaz de proverem a reprodução social, garantindo qualidade de vida à família camponesa. Neste contexto, nalisaram-se as relações entre a família e seu meio, incluindo suas formas de manejo e de ocupação dos ambientes, especialmente, os ambientes ripários e outros ambientes florestais. Percebeu-se a existência de conflitos socioambientais gerados por situações de não atendimento à legislação – propriamente dito ou devido à complexidade de sua interpretação, tanto pela comunidade, quanto pelos agentes ambientais. Perceberam-se dificuldades na resolução destes conflitos devido à forma de seu enfoque, que sempre tem levado a analisar os princípios em pauta isoladamente. Assim, princípios fundamentais, como a dignidade da pessoa humana, direito à qualidade de vida e ao trabalho parecem colidir com o direito da coletividade a um ambiente saudável. No entanto, há mecanismos jurídicos que podem ser adotados de modo a permitir uma análise mais completa da situação, em lugar de análises dicotômicas, que aparentemente demonstram problemas insuperáveis. Ao mesmo tempo, percebeu-se que uma análise ecossistêmica pode revelar outros mecanismos de conservação ambiental dirigidos pela agricultura familiar camponesa que devem ser considerados, no processo de regularização ambiental. Percebeu-se, ainda, que, dadas as condições de carências da agricultura familiar, em muitos casos, é imprescindível a disponibilidade de apoio estrutural, técnico e jurídico (sendo os dois últimos previstos no Código Florestal) para que se efetive o processo de regularização.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectAgricultura familiar - Paranápt_BR
dc.subjectDireito ambiental - Paranápt_BR
dc.subjectDesenvolvimento sustentável - Paranápt_BR
dc.subjectEcologia agrícola - Paranápt_BR
dc.subjectAgrosilvicultura - Paranápt_BR
dc.titleConflitos e tensões no uso da terrapt_BR
dc.typeTesept_BR


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