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dc.contributor.advisorSoares, Ronaldo Viana, 1943-pt_BR
dc.contributor.authorFernandes, Regina Rosa, 1946-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-11T14:33:31Z
dc.date.available2013-06-11T14:33:31Z
dc.date.issued2013-06-11
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24828
dc.description.abstractO presente trabalho teve por objetivos estudar as variações estacionais dos testes de umidade e oleoresina na folhagem verde de Pinus elliottii var. elliottii Engelm, Pinas taeda L. e Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze. e procurar de terminar a(s) época(s) em que a folhagem das espécies em questão são potencialmente mais combustíveis. A parte de campo da pesquisa foi desenvolvida na Estação de Pesquisas Florestais de Rio Negro da Universidade Federal do Paraná, o processamento das amostras para determinação do teor de umidade da folhagem e do solo, no Laboratório de Silvicultura do Curso de Pôs-Graduação em Engenharia Florestal e a extração de oleoresina das folhas no Laboratório de Tecnologia Orgânica, todos da mesma Universidade. A oleoresina foi extraída das folhas dos pinheiros através da combinação de duas metodologias, extração com álcool etílico a frio e extração por decocção. No final da extração foram efetuados testes adicionais para a averiguação da presença de taninos, proteínas e açucares redutores e não redutores. Os resultados mostraram que a média do teor de umidade de Pinus taeda diferenciou-se significativamente, ao nível de 95% de probabilidade, apenas da média de Araucaria angustifolia. Todas as três esp6cies estudadas apresentaram um alto teor de umidade no início da estação de crescimento e um decréscimo da umidade no período do alongamento dos brotos. O menor teor de umidade nas folhas foi apresentado por Pinus taeda e o maior por Araucaria angustifolia. Em valores absolutos, a variação, em porcentagem do peso seco, foi de 132,75 a173,94% em Pinus elliottii, de 115,70 a 172,36% em pinus taeda e de 146,08 a 199,72% em Araucaria angustifolia. Com relação ao teor de oleoresina, observou-se uma superioridade de Pinus elliottii sobre as outras duas espécies, a pesar de que, estatisticamente, esta espécie apenas se diferenciou de Araucaria angustifolia durante o verão. Em valores absolutos, os teores de oleoresina, em porcentagem do peso seco, variaram de 3,68 a 19,85% em Pinus elliottii, de 2,04 a 15,03% em Pinus taeda e de 2,51 a 13,40% em Araucaria angustifolia. O teor de oleoresina alcançou seus maiores valores durante o verão (janeiro e fevereiro) e o inverno (julho).Os altos teores ocorridos para todas as espécies coincidiram com o decréscimo do teor de umidade do solo verificado durante o verão, ou com o decréscimo do teor de umidade na folhagem duram te o inverno e meados de primavera. Os períodos de maior combustibilidade potencial das copas foram observados na primavera e meados do inverno, quando se verificaram baixos teores de umidade e altos teores de oleoresina. Entretanto, a copa se manteve potencialmente inflamável também durante o verão, quando o teor de oleoresina foi alto.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectIncendios florestais - Previsãopt_BR
dc.subjectPinus elliottiipt_BR
dc.subjectPinus taedapt_BR
dc.subjectPinheiro-do-paranapt_BR
dc.subjectOleoresinaspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleVariaçoes estacionais dos teores de umidade e oleoresina em folhagem de Pinus elliottii Engelm, Pinus taeda L. e Araucaria angustifolia (Bert.)O. Ktze e sua influencia no potencial de inflamabilidade das copaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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