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dc.contributor.advisorReichmann, Brunilda Tempel, 1946-pt_BR
dc.contributor.authorCorrea, José Márciopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2020-04-28T22:19:31Z
dc.date.available2020-04-28T22:19:31Z
dc.date.issued1995pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/24392
dc.descriptionOrientador : Brunilda Tempel Reichmannpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes. Curso de Mestrado em Letras. Defesa : Curitiba, 1995pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração : Literaturas de língua inglesapt_BR
dc.description.abstractAbstract: This investigation consists of the survey and analysis of the authorial games employed by Edward Albee in his play Who's Afraid of Virginia Woolf?, according to the categories developed by Peter Hutchinson in Games Authors Play. The main objective was to demonstrate how the pervasiveness of the ludic elements in the play, in any of its forms (dramatic text, theatrical performance or filmic version) had been largely neglected by detractors, and even by admirers, leading to a misunderstanding as to the conventions employed by the author. Some critics then produced charges of misogyny, of disguised homosexualism, of lack of originality (claiming the play was an imitation of Strindberg's The Bond), and of ineffectiveness of its end. In order to prove that such "accusations" were undeserved, I analysed the ludic element in four different aspects of the play: the characters and their relationship, the structuration of the text, the dramatic dialogue, and the thematization of the relation reality/fiction. Given the variety of the areas approached and the lack of a single method of game analysis, each chapter makes use of specific theories. The analysis of the characters, their relationship, and their psychological games, mainly by means of the theory proposed by Eric Berne, revealed a division between metafictional characters conscious of their own performance, and a corresponding intrafictionaí audience. A similar division was found in the textual analysis performed in Chapter III, along the method proposed by Roland Barthes-the structuration based on two major enigmas suggests the existence of a play within the play, showing the narcissistic bend of the work. The analysis of intertextuality'was complemented by a study, in accordance with Andrew Kennedy's approach, of the dramatic dialogue and word games, in Chapter IV, which confirmed the play's double-layered structuration and selfconsciousness as artifice. If the previous chapters denied the naturalistic classification of the play, the last one shows how the interplay of reality and fiction is thematized and exploited in the figure of the mythical child. By means of Rabinowitz's study of the audience and perception of art, I find the symbolic and parodie relevance of that device, thus demonstrating that Who's Afraid of Virginia Woolf? in fact does not imitate, but rather parodies, the naturalism of Strindberg. So the misconception behind the above-mentioned charges is exposed, and the play is seen as sharing many of the characteristics of the contemporary development of post-modern aesthetics, which suggests a reevaluation of its merits and those of its author's.pt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta dissertação contém o levantamento e análise dos jogos autoriais empregados por Edward Álbee em sua peça Quem tem medo de Virginia Woolf? segundo as categorias desenvolvidas por Peter Hutchinson em seu livro Games Authors Play. O principal objetivo foi o de demonstrar o quanto foi negligenciada a profusão do elemento lúdico na obra (quer na forma de texto, de peça teatral ou na versão fílmica), tanto pelos seus opositores quanto por admiradores, o que levou à interpretação errônea das convenções artísticas empregadas pelo autor. Vários críticos chegaram a alegações de misoginia, de homossexualismo disfarçado, de falta de originalidade (acreditando que a peça fosse uma imitação de O Vínculo de Strindberg), além de ineficiência do final. A fim de demonstrar o desmérito de tais "acusações," procedi à análise do elemento lúdico em quatro aspectos diferentes da obra: os personagens e seu relacionamento, a estruturação do texto, o diálogo dramático e a tematização da relação realidade/ficção. Devido à variedade das áreas, bem como à falta de um método único de análise de jogos, cada capítulo utilizou teorias específicas. A análise dos personagens, seu relacionamento e seus jogos psicológicos foi feita segundo a teoria de Eric Berne, revelando uma divisão entre personagens metaficcionais cientes de sua própria condição de representação e outro grupo correspondente de espectadores intraficcionais. Uma divisão semelhante foi verificada na análise textual desenvolvida pelo método de Roland Barthes. A estruturação baseada nos dois principais enigmas também indica a existência de uma peça dentro da outra, mostrando assim a tendência narcisista da obra. A análise da intertextualidade foi complementada com um estudo nos moldes da abordagem de Andrew Kennedy da linguagem dramática, e também dos jogos de palavras presentes, no Capítulo IV, que veio reafirmar a estruturação em camadas duplas da peça, bem como sua autoconsciência como artifício. Se os capítulos anteriores contradizem a classificação da peça como naturalista, o último nos mostra como a interação da realidade com a ficção é tematizada e explorada na figura do filho imaginário, O emprego do estudo de Rabinowitz sobre o público e sua percepção da obra artística permitiu a identificação da relevância simbólica e paródica daquele recurso, demonstrando desta maneira que Quem tem medo de Virginia Woolf? na verdade não imita, mas sim parodia, o naturalismo de Strindberg. Assim, fica exposta a concepção errônea por trás das "acusações" acima e observa-se que a peça compartilha de muitas características do desenvolvimento seu contemporâneo da estética pósmoderna, o que sugere uma reavaliação dos méritos seus e de seu autor.pt_BR
dc.format.extentv, 177 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectAlbee, Edward, 1928-pt_BR
dc.subjectLiteratura americanapt_BR
dc.subjectDissertações - Letraspt_BR
dc.titleLaying the queen of spades : the authorial games in who's afraid of Virginia Woolf?pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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