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dc.contributor.advisorGruginski, José Erasmo, 1944-pt_BR
dc.contributor.authorSaito, Miyokopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2020-06-23T19:24:22Z
dc.date.available2020-06-23T19:24:22Z
dc.date.issued1987pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/24353
dc.descriptionOrientador: José Erasmo Gruginskipt_BR
dc.descriptionResumo também em japonêspt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes. Curso de Pós-Graduação em Letras. Defesa : Curitiba, 1987pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração : Língua inglesapt_BR
dc.description.abstractAbstract : The objective of this dissertation is to examine the common syntactic errors made by Japanese people speaking Portuguese and to compare the linguistic systems of Portuguese and Japanese in relation to those syntactic areas, in an effort to determine whether those errors correspond to differences between the two systems which, in turn, may account for the area of error. Thus this paper is seen as belonging to the field of Contrastive Analysis, not with the purpose of predicting the difficulties speakers may have (which would fall within WARDHAUGH's strong version of the Contrastive Analysis Hypothesis) but aimed at ascertaining whether there is a difference between the systems that can account for the errors alre'ady found (the weak, version of Contrastive Analysis' Hypothesis). To this end, a language sample (in Portuguese) was obtained from 15 native speakers of Japanese through recorded interviews, and this sample was analysed for possible errors in relation to the use of articles, prepositions, verb tenses, verbal and nominal agreement and word order. The linguistic systems of Portuguese and Japanese were then compared in order to determine existing differences. The paper therefore includes a discussion of whether each kind of error could be accounted for by the differences between the two systems. The answer proved to. be positive for the majority of cases, tending to confirm the weak version of Contrastive Analysis Hypothesis. In some cases, however, the errors simply could not be explained by the difference between the systems, and their presence would seem to depend upon other factors which will have to be studied. Finally, this study points to the fact that the expectation that speakers will transfer their habits from one language to another is not well founded, and there is a great deal of data to contradict such a prediction.pt_BR
dc.description.abstractResumo : O objetivo desta dissertação é examinar os erros sintáticos mais comuns feitos por falantes de japonês ao se expressarem em português, e comparar os sistemas lingüísticos do português e do japonês, com referência a esses aspectos sintáticos, para ver se a esses erros corresponde uma diferença de sistema que possa explicá-los. Trata-se, nesse caso, de fazer uma análise contrastiva não com o objetivo de prever as dificuldades dos falantes (o que estaria dentro da versão forte da hipótese da Análise Contrastiva, conforme a classificação de WARDHAUGH), mas apenas com o objetivo de verificar se há uma diferença de sistemas que possa dar conta dos erros já encontrados versão fraca da hipótese da Análise Contrastiva) . Para esse fim foi obtida, através de entrevistas gravadas, uma amostra da linguagem de 15 falantes de japonês, e essa amostra foi analisada para verificar se havia erros quanto ao uso do artigo, da preposição, dos tempos verbais} bem como erros de concordância verbal e nominal e ordem das palavras. Foram comparados os sistemas lingüísticos do japonês e do português para ver as possíveis divergências. Discutiu-se, então, para cada tipo de erros, se eles podiam ser explicados pelas diferenças entre os dois sistemas. A resposta foi positiva na grande maioria dos casos, tendendo a confirmar a validade da versão fraca da hipótese da Análise Contrastiva. Em alguns casos, entretanto, os erros simplesmente não podem ser explicados pelas diferenças de sistemas, e sua presença se deve a outros fatores a serem estudados. Por fim, o presente estudo aponta para o fato de que é infundada a expectativa de que os falantes transferiam seus hábitos lingüísticos de uma língua para outra, sendo inúmeros os dados que contradizem essa previsão.pt_BR
dc.format.extentxii, 166 f. : tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectImigrantes japonesespt_BR
dc.subjectLingua japonesapt_BR
dc.subjectLingua portuguesa - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectAprendizagempt_BR
dc.subjectDissertações - Letraspt_BR
dc.titleA contrastive study of japanese and portuguesept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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