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dc.contributor.authorRaifur, Leopt_BR
dc.contributor.otherClemente, Ademirpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduaçao em Contabilidadept_BR
dc.date.accessioned2010-09-13T13:53:33Z
dc.date.available2010-09-13T13:53:33Z
dc.date.issued2010-09-13
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24237
dc.description.abstractResumo: No Brasil, com a regulamentação das ofertas públicas de aquisição de ações em 2002, estabeleceu-se um marco importante para geração de informações e práticas de avaliação de empresas. Em termos teóricos destaca-se a supremacia norte-americana no tema, cujas principais origens apóiam-se nas obras de Copeland et al. (1990), Damodaran (1996) e Pratt et al. (1996). Os referenciais teóricos roduzidos com foco em economias desenvolvidas, e as práticas recentes no Brasil, abriram um vasto campo de estudo para teóricos e pesquisadores. Partindo desse pressuposto, a presente pesquisa procurou analisar a relação entre teoria e prática em avaliação de empresas no Brasil. As práticas foram obtidas em uma amostra de 18 laudos registrados e publicados pela CVM nos anos de 2006 e 2007. O estudo é aracterizado como exploratório ex post facto, com dimensão temporal transversal. Quanto à modalidade, classifica-se como descritiva e de natureza qualitativa. Para consecução dos objetivos partiuse de uma proposição geral, P0: existe aderência entre teoria e prática em avaliação de empresas. Dado o conjunto de particularidades e de componentes que compõem o arcabouço prático-teórico, a proposição geral foi desdobrada em proposições parciais que analisaram os componentes do CAPM e os principais modelos de avaliação utilizados. A análise foi desenvolvida individualmente em cada um dos laudos. Em relação aos modelos de avaliação observou-se que 70% utilizaram o modelo do fluxo de caixa descontado para recomendação do valor da empresa, no entanto 95% dos avaliadores disseram ser este o método mais adequado para a avaliação. Os componentes do CAPM apresentaram aderência próxima de 80%. A referência mais utilizada como taxa livre de risco foi o Treasury Bond dos EUA de 10 anos. Para o prêmio de risco de mercado destacou-se os retornos da S&P 500. Quanto a essas duas proposições, verificou-se que existe uma amplitude significativamente elevada quanto aos prazos históricos utilizados para cálculo da taxa. O beta de mercado foi obtido a partir de médias setoriais em 65% dos laudos. O risco-país, em 90% dos laudos, teve por referências o EMBI ou spreads entre títulos do tesouro brasileiro e norte-americano. A menor aderência entre teoria e prática foi observada na aplicação do modelo DCF em dois estágios. A proposição foi aceita em apenas 40% dos laudos. Fatores informacionais como posição da ocorrência dos fluxos de caixa, explicitação do modelo teórico adotado e a definição dos fluxos de caixa livres normalizados foram considerados os principais dificultadores da pesquisa. Todos os laudos apresentaram o valor pelo modelo do Valor Patrimonial Contábil, cuja proposição foi aceita em todos os casos. A prática de múltiplos de empresas foi apresentada por 5 avaliadores, que utilizaram o múltiplo de empresa EV/EBITDA, mas em nenhum dos casos a recomendação foi baseada nessa metodologia.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectMercado de capitaispt_BR
dc.titleTeoria em avaliação de empresaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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