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dc.contributor.authorMori, Lidia Sayuript_BR
dc.contributor.otherZampronio, Aleksander Robertopt_BR
dc.contributor.otherKassuya, Candida Aparecida Leitept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Farmacologiapt_BR
dc.date.accessioned2010-08-23T13:13:47Z
dc.date.available2010-08-23T13:13:47Z
dc.date.issued2010-08-23
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24185
dc.description.abstractResumo: A dor representa uma sensação desagradável, mas ela é fundamental para a sobrevivência do indivíduo, devido a sua função protetora. Apesar disso, pelo caráter incapacitante da dor em certas condições patológicas, o homem tem buscado substâncias analgésicas potentes e com poucos efeitos adversos. Neste contexto, as plantas representam uma importante fonte para a busca de medicamentos, inclusive de analgésicos. Várias espécies de plantas do gênero Magnolia são usadas na medicina popular especialmente no Brasil e Ásia. Plantas deste gênero são árvores, incluindo Magnolia ovata, que é mplamente dispersa pelo país. As cascas do tronco de M. ovata são usadas na medicina popular como antipirético enquanto que as folhas são consideradas úteis contra diabetes. O uso contra diabetes não foi confirmado cientificamente, mas o uso como antipirética e antiinflamatória foi comprovado pelo nosso grupo de pesquisa. Pelo fato de diversas substâncias que possuem efeito antipirético compartilharem também o efeito analgésico, objetivamos nosso estudo no sentido de estudar o efeito antinociceptivo nesta planta e também iniciar os estudos de um possível mecanismo de ação para a N-acetil xilopina, um derivado do composto isolado, xilopina da M. ovata. Nesse estudo, foi utilizado o extrato etanólico obtido das cascas do tronco de M. ovata (EEMO) (10-100 mg/kg) e o derivado N-acetil xilopina (AXIL) (0,015-0,15 mg/kg v.o. e 0,3-30ng/pata) em modelos experimentais de nocicepção em camundongos. Os resultados do presente estudo evidenciam que o extrato e AXIL apresentam ações analgésicas em modelos experimentais de nocicepção. EEMO e AXIL inibiram a nocicepção induzida por ácido acético, com inibição máxima de 91± 9% e 50 ± 11%, respectivamente. A administração oral de EEMO e AXIL também inibiu significativamente a fase inflamatória da nocicepção induzida pela formalina com redução máxima de 87 ± 3,9% e 71 ± 10%, respectivamente. Comprovando a fetividade do extrato e composto isolado na resposta inflamatória, EMO e AXIL inibiram a hiperalgesia mecânica induzida pela carragenina, com inibição de 40 ± 6% para EEMO e 82 ± 8% para AXIL. O efeito antinociceptivo da Magnolia ovata parece ser, pelo menos em partes, devido à presença da xilopina. É possível que AXIL esteja atuando principalmente perifericamente, não envolvendo ações centrais uma vez que nem o extrato bruto, nem a AXIL foram eficazes no teste da placa quente e “rota-rod”. Essa ação antinociceptiva ocorre no componente de prostaglandinas da sensibilização periférica de nociceptores, por ter inibido a hiperalgesia induzida por BK, TNF-, IL-1 e PGE2, mas não no omponente simpático, pela não inibição da alodinia induzida por CINC-1 e DOPA em camundongos. Sendo assim, a AXIL evidencia a possibilidade para o surgimento de um novo medicamento para a prevenção e dor pós-cirúrgica e demais afecções relacionadas à dor inflamatória, uma vez que a xilopina parece ter seu mecanismo de ação diretamente nas vias periféricas da dor.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAtividade antinociceptiva do extrato etanólico e do derivado semi-sintético da Xilopina, N-Acetil Xilopina , obtidos de Magnolia Ovata.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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