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dc.contributor.authorSouza, Raquel Canzi Almada dept_BR
dc.contributor.otherLima Filho, Jose Hermenio Cavalcantept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Medicina Internapt_BR
dc.date.accessioned2010-07-21T13:25:49Z
dc.date.available2010-07-21T13:25:49Z
dc.date.issued2010-07-21
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24098
dc.description.abstractResumo: A infecção pelo Helicobacter pylori (H. pylori) modifica a produção ácida gástrica reduzindo o pH para se estabelecer. Este fenômeno depende do perfil genético do hospedeiro, da intensidade da inflamação gástrica, da localização da bactéria no estômago e da cepa da bactéria. Assim, alguns autores têm considerado que a presença do H. pylori reduz o risco de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e que a eliminação da infecção poderia levar a um aumento da produção ácida gástrica e da possibilidade de DRGE. Estabelecer se este evento acontece em nosso meio é importante uma vez que aspectos da epidemiologia da população podem alterar a apresentação clínica da infecção pelo H. pylori. Para realizar este objetivo, estudou-se a associação entre a esofagite erosiva e a infecção pelo H. pylori em uma amostra de 250 indivíduos encaminhados ao Serviço de Endoscopia Digestiva do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná para realização de endoscopia digestiva alta por queixas de dispepsia, no período de agosto a novembro de 2003. A esofagite e seus diferentes graus pela classificação endoscópica foram comparados ao tipo de inflamação gástrica, metaplasia intestinal (MI) e infecção pelo H. pylori por histologia e urease. ELISA para detecção de cepas de H. pylori cagA positivas também foi aplicado. Análise estatística considerou significativo p<0,05. Dos 250 indivíduos incluídos no estudo, 96 apresentavam esofagite erosiva sendo que 71 (74%) a tinham nos graus I e II. A infecção pelo H. pylori estava presente em 78% da amostra (194 indivíduos), não havendo diferença significativa dessa prevalência entre os grupos com e sem esofagite erosiva. A sorologia para a cepa cagA estava presente em 84% do total da amostra, em 87% dos indivíduos sem esofagite erosiva e em 78% daqueles com esofagite erosiva. Não houve diferença estatística significativa entre esses valores mesmo naqueles com esofagite de maior gravidade. No antro a prevalência da gastrite ativa e da MI foi significativamente maior nos indivíduos com esofagite erosiva de maior gravidade (20 e 32%, respectivamente) do que naqueles com esofagite erosiva nos graus I e II (5,6 e 8%, respectivamente). Concluindo, este estudo demonstrou que e gastrite ativa e a MI no antro estão associadas à esofagite erosiva de maior gravidade. Entretanto, a presença ou a intensidade da DRGE não estão associadas a menor prevalência ou ausência de infecção gástrica pelo H. pylori mesmo quando a sorologia para a cepa cagA positiva foi considerada na população.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleEstudo da associação entre a esofagite erosiva e a infecção pelo helicobacter pyloript_BR
dc.typeTesept_BR


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