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dc.contributor.authorAndrade, Aparecido Ribeiro dept_BR
dc.contributor.otherMendonça, Franciscopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Geografiapt_BR
dc.date.accessioned2013-11-14T11:36:03Z
dc.date.available2013-11-14T11:36:03Z
dc.date.issued2013-11-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24084
dc.description.abstractResumo: Enquanto ramo de pesquisa no leque de investigações das ciências ambientais, a climatologia vem se tornando cada vez mais importante. As análises desta área fundamentam os aspectos mais relevantes das condições ambientais no planeta, partindo da composição de condições meteorológicas (tempo) e interagindo com outros ramos da ciência. O espaço vivido possui um substrato físico bem definido, que influencia as condições climáticas em todas as escalas, mas, principalmente na meso e na topoescala. Seguindo essa linha de raciocínio, o presente estudo avaliou as condições climáticas e a influência do relevo em diferentes escalas, nas cidades de Irati e Guarapuava, localizadas na região centro-sul do estado do Paraná, que, por sua vez, está na região sul do Brasil. As condições climáticas, de forma geral, são identificadas como do tipo Cfb, segundo a classificação de Köppen, contudo, as características socioambientais dos dois municípios possuem particularidades distintas, creditadas principalmente à forma do relevo e ao uso do solo, tanto urbano como rural. A cidade de Irati (de porte pequeno) localiza-se na borda de uma escarpa, denominada localmente de Escarpa da Esperança, e foi construída em um relevo côncavo. Guarapuava (cidade de por médio) localiza-se a oeste de Irati, no reverso da Escarpa da Esperança, tendo sua sede assentada em um relevo convexo. Ambas apresentam realidades distintas, sendo que uarapuava é mais heterogênea. Os dados coletados através de dezesseis pontos distribuídos nas duas cidades e no percurso entre elas demonstraram que existem diferenciações entre eles. Os contornos do relevo (baixa e alta vertente) são causadores de microclimas, pois foram identificados contrastes termo-higrométricos em pontos com altitudes diferentes. Mesmo que as cidades tenham diferenças na sua estrutura urbana e no ambiente rural que as circundam, a altitude desempenhou papel preponderante. Foi possível identificar ilhas de calor/frescor em vários pontos de coleta, sempre seguindo a mesma lógica: alto da vertente mais quente e seco do que a baixa vertente. O uso do solo também foi uma influência significativa, pois a área central das cidades, mais densamente povoada, sempre esteve mais quente e seca do que seu entorno (menor densidade habitacional e mais vegetação). Da mesma forma, a comparação das áreas rurais com as urbanas apresentaram diferenciação, tanto na temperatura quanto na umidade, permitindo a conclusão da existência de ilhas de calor. O “jogo” de escalas do clima e a inter-relação do clima regional com o urbano propiciaram a diferenciação climática em diversos níveis, dependendo estreitamente da análise pormenorizada do grau de influência de cada fator interveniente, tendo o relevo e o uso do solo como definidores de climas locais.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectClimapt_BR
dc.subjectClimatologia - Paranápt_BR
dc.subjectClimatologia urbanapt_BR
dc.titleArticulações entre o clima urbano e o clima regionalpt_BR
dc.typeTesept_BR


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