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dc.contributor.authorBorges, Beatriz Essenfelderpt_BR
dc.contributor.otherNakao, Lia Sumiept_BR
dc.contributor.otherZanata, Silvio Marquespt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Biológicas (Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básica)pt_BR
dc.date.accessioned2010-06-21T13:41:09Z
dc.date.available2010-06-21T13:41:09Z
dc.date.issued2010-06-21
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24029
dc.description.abstractResumo: A incidência do melanoma tem aumentado, e este câncer apresenta uma das piores taxas de resposta à quimioterapia. Além disso, poucos agentes demonstram atividade antitumoral significativa contra o melanoma metastático, o que justifica a busca por novos quimioterápicos. Neste sentido, muito esforço tem sido feito para se entender os mecanismos moleculares das etapas de progressão tumoral e metástase. A galectina-3 é uma proteína que participa de diversos processos importantes na biologia tumoral. Entretanto, a interpretação dos dados reportados é complexa, pois o papel desta proteína depende da sua localização celular, das interações protéicas envolvidas e da célula. Portanto, neste trabalho, investigamos a influência da expressão ectópica da galectina-3, nas respostas de células de melanoma ao tratamento com complexos de cobre. Complexos de cobre são compostos interessantes devido as suas propriedades redox, que podem ser moduladas pelos ligantes do íon cobre. Já foi demonstrado que complexos de cobre com isatinas ou derivados de isatinas possuem atividade anti-neuroblastoma. O composto [Cu(isaepy)2](ClO4)2 foi citotóxico tanto para as células que não expressam (TM1MNG3) como para as que expressam a galectina-3 (TM1G3), de forma dose-dependente nas concentrações de 25, 50 e 75 M por 24h de exposição. Além disso, este composto também induziu estresse carbonílico, e inibiu a adesão a proteínas da matriz extracelular (MEC) após 24h. Estes efeitos foram mais pronunciados nas células TM1G3, indicando que a galectina-3 aumenta a susceptibilidade celular a danos oxidativos, perda da adesão e morte celular. O composto [Cu(enim)H2O](ClO4)2, por sua vez, produziu efeitos citotóxicos apenas após 48h de tratamento e em concentrações mais altas, como 100 M, atingindo principalmente as células TM1MNG3. Estas células, de fato, apresentaram menos estresse carbonílico e mais inibição à adesão que as TM1G3 após tratamento com [Cu(enim)H2O](ClO4)2. O composto redox inativo [Zn(isaepy)2Cl2] não produziu nenhum efeito em nossas condições experimentais. Assim, nossos dados indicam que dependendo do ligante, a reatividade dos complexos de cobre pode variar, modulando a intensidade de suas propriedades pró-oxidantes, e que a expressão da galectina-3 nas células de melanoma determina as respostas celulares aos estímulos pró-oxidantes dos complexos metálicos.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titlePapel da Galectina-3 frente a estímulos de estresse oxidativo promovido pelos compostos [Cu(isaepy)2] (CIO4)2, [Zn(isaepy)CI2] e [Cu(enim)H2O](CIO4)2pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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