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dc.contributor.authorOliver, Katia Acetipt_BR
dc.contributor.otherAntoniuk, Sergio Antonio, 1955-pt_BR
dc.contributor.otherBruck, Isac, 1935-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Saúde da Criança e do Adolescentept_BR
dc.date.accessioned2010-06-16T15:00:09Z
dc.date.available2010-06-16T15:00:09Z
dc.date.issued2010-06-16
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/24000
dc.description.abstractResumo: Introdução: O número crescente de prematuros que sobrevivem ao período neonatal, fez aumentar a demanda por pesquisas, principalmente quanto ao seu desenvolvimento. A maior parte das pesquisas envolve a população de extremo baixo peso e menores idades gestacionais. No entanto, a maior população de sobreviventes à prematuridade é composta por prematuros tardios, de baixo risco e maior peso. Pesquisas que verifiquem os fatores que possam promover ou dificultar o desenvolvimento destas crianças parecem constituir uma lacuna a ser preenchida. Objetivos: Avaliar o desenvolvimento europsicomotor de prematuros nos dois primeiros anos de idade gestacional corrigida com a finalidade de verificar se a prematuridade por si só, assim como, verificar a importância dos fatores de risco obstétricos, socioeconômicos, ambientais e neonatais para o desenvolvimento neuropsicomotor. Material e Métodos: Trata-se de um estudo observacional, longitudinal e prospectivo, com seleção por conveniência. Os pacientes prematuros egressos de Unidades de Terapia Intensiva de Curitiba e Região Metropolitana foram comparados com grupo de crianças nascidas a termo e avaliadas pelo Teste de Triagem de Denver II com um e dois anos de idade corrigida para os prematuros e idade cronológica para os nascidos a termo. As crianças foram classificadas quanto aos fatores de risco obstétricos, neonatais, socioeconômicos e ambientais. Resultados: Foram estudados 201 pacientes, sendo 106 recém nascidos a termo e 95 prematuros. Dentre os testes alterados, no primeiro ano de vida, 44,7% eram de recém-nascidos a termo e 55,3% de recém-nascidos prematuros, e no segundo 46,9% de recém-nascidos a termo e 53,1% de recémnascidos prematuros. No primeiro ano, os pacientes do sexo masculino e aqueles com famílias mais numerosas (com quatro ou mais integrantes), apresentaram pior desempenho no Teste de Denver II. Quando o pai estava presente compondo a família do lactente houve melhores resultados no teste com significância limítrofe. As crianças cujas mães apresentavam escolaridade de nível superior apresentaram melhores resultados no Teste de Denver II, assim como com aquelas que eram cuidadas pelas mães em comparação às cuidadas por creches. Conclusões: Verificou-se que o desenvolvimento infantil depende de múltiplos fatores para a completa exteriorização do potencial genético. A prematuridade por si só não se mostrou um fator de risco para o desenvolvimento infantil nos dois primeiros anos de vida. Os fatores ambientais foram de maior importância quando o dano biológico não foi significativo no período neonatal e perinatal.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectxpt_BR
dc.titlePrematuridade como fator de risco no desenvolvimento motor e congnitivo avaliados com 1 e 2 anos de idadept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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