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dc.contributor.advisorBoschilia, Roselipt_BR
dc.contributor.authorSoares, Ana Luiza Timmpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.date.accessioned2019-11-06T15:52:32Z
dc.date.available2019-11-06T15:52:32Z
dc.date.issued2010pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/23383
dc.descriptionOrientadora : Profª Drª Roseli Terezinha Boschiliapt_BR
dc.descriptionCoorientador :pt_BR
dc.descriptionAutor não autorizou a divulgação do arquivo digitalpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa: Curitiba, 26/02/2010pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls.109-118pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração :pt_BR
dc.description.abstractResumo: O interesse em desacreditar o movimento feminista de inícios do século XX por meio de práticas discursivas que visavam resguardar o papel que tradicionalmente cabia às mulheres, perpassou por muitos veículos de informação. Esta prática também esteve presente nas páginas do jornal O Tempo, um dos mais longevos e importantes diários que circulou na cidade do Rio Grande entre os anos de 1906 a 1960. Para a análise dos discursos difundidos por este periódico estabeleci como baliza temporal as datas entre 1919, (data em que Bertha Lutz, principal representante do feminismo no período, fundou a Liga pela Emancipação Feminina, cujo intuito primordial era a concessão do sufrágio à mulher) e 1932, ano em que foi instituído o voto feminino no país. Nesse período, o jornal O Tempo esteve sob a direção do jornalista Alípio Cadaval, fundador do jornal e ilustre personagem na historiografia oficial da cidade, preocupado em combater, especialmente, o grupo liderado por Bertha Lutz. A partir desse contexto, procuro discutir de que forma O Tempo construiu/difundiu enunciados performativos sobre as ideias feministas, afirmando posições e papéis ideais a serem seguidos não só pelas mulheres da época, mas também, pelos homens. Para tanto, parto do pressuposto de que os discursos, ao descrever as mulheres, e também os homens, definiam papéis e identidades permitidos às relações de gênero, relegando estes sujeitos à apenas uma de suas múltiplas facetas. Nesse sentido, busco referenciar a noção de discurso a partir da concepção de Foucault, na medida em que, para o autor, os discursos devem ser tratados como práticas que formam os objetos de que falam. Transpondo esta análise para a problemática de gênero, dialogo com Judith Butler, para a qual a linguagem que se refere aos corpos não faz somente uma constatação ou descrição desses corpos, mas, no instante da nomeação, constrói aquilo que nomeia.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The interest is to discredit the feminist movement of the early twentieth century by means of discursive practices aimed at safeguarding the role that traditionally was for women, through several channels of information. This practice was also present in the pages of the newspaper O Tempo (The Time), one of the most important long-lived and widely circulated daily in Rio Grande between the years 1906 to 1960. For the analysis of discours broadcast by this journal established as temporal marker dates from 1919, (when Bertha Lutz, most representative of feminism in the period, founded the Liga pela Emancipação Feminina (League for Women's Emancipation), whose main purpose was to grant suffrage to women) and 1932, when it was established the women's vote in the country. During this period, the newspaper O Tempo (The Time) was under the direction of Alipio Cadaval journalist, founder of the, and illustrious character in official historiography of the city, anxious to fight, especially, the group led by Bertha Lutz. From this context, to discuss how time to build / spread out on the performative feminist ideas, stating positions and roles ideals to be followed not only by women of the time, but also by men. Therefore, the author assumes that the discourse to describe women, and men too, defining roles and identities allowed to gender relations, leaving them subject to only one of its many facets. In this sense, I try to reference the concept of discourse from Foucault's conception, in that, for the author, the discourses should be treated as practices that form the objects they refer. Applying this analysis to the gender problem, dialogue with Judith Butler, for which the language that refers to bodies not only makes a statement or description of these bodies, but at the moment of appointment, appointing it builds.pt_BR
dc.format.extent162f. : il. [algumas color.].pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectDissertações - Históriapt_BR
dc.subjectImprensa - Rio Grandept_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.titleInventando gênero : feminismo, imprensa e performatividades sociais na Rio Grande dos "Anos Loucos" (1919 a 1932)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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