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dc.contributor.authorProcopiak, Leticia Knetchelpt_BR
dc.contributor.otherKnechtel, Maria do Rosariopt_BR
dc.contributor.otherAndriguetto Filho, José Milton, 1961-pt_BR
dc.contributor.otherLima, Jose Edmilson de Souzapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Programa de Pós-Graduaçao em Meio Ambiente e Desenvolvimentopt_BR
dc.date.accessioned2010-06-01T12:14:13Z
dc.date.available2010-06-01T12:14:13Z
dc.date.issued2010-06-01T12:14:13Z
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/23060
dc.description.abstractResumo: As bioinvasões por água de lastro de navios podem causar impactos sócioeconômicos e ambientais em vários ecossistemas, sendo a água de lastro considerada um dos principais vetores de ransferência de espécies exóticas, nocivas e patogênicas de um porto a outro. Apesar da legislação e campanhas educativas, as invasões ainda estão ocorrendo. O comandante do navio que, conforme a hierarquia da marinha mercante, é o responsável por tomar todas as decisões na embarcação, delegando normas de conduta e tarefas aos seus subordinados, incluindo o procedimento da execução da troca do lastro. Assim, houve necessidade de investigar o conhecimento, formal e não formal, destes oficiais em relação aos im pactos causados pelas invasões biológicas e a pertinente importância do emprego de étodos que previnam a introdução de espécies através do despejo da água de lastro, por meio de pesquisa quali quantitativa. Para tal, foram realizadas vinte entrevistas com estes oficiais, nos navios atracados nos Terminais Portuários da Ponta do Félix SA, em Antonina e nos do Terminal de Con êineres de Paranaguá. Além disso, foram analisados os formulários sobre água de lastro destes navios. A formação dos oficiais, em termos de conteúdos ambientais, aborda principalmente a MARPOL e leis e normas ambientais. Foi notável a confusão em relação aos conteúdos ambientais e os aspectos legais, estes sendo confundidos também com conteúdos de Educação Ambiental, ética e cidadania. A maioria dos oficiais tem noção dos impactos que são causados pela água de lastro, sabem da importância da troca oceânica como medida preventiva, mas nem todos sabem exatamente por que devem cumprir o que está disposto na lei. Os oficiais informaram que durante a navegação de cabotagem não há tempo para se trocar o lastro e a NORMAM 20, norma marítima brasileira que trata sobre as questões do lastro, estabelece que navios que navegam na costa brasileira não precisam trocar o lastro. Neste caso, a norma carece de medidas especificas que envolvam os estuários, pois recentemente ocorreram invasões no Complexo Estuarino de Paranaguá, provavelmente provenientes da navegação de cabotagem. Assim, para se suprir estas carências na formação dos oficiais, é necessário o investimento nos cursos de formação de oficiais, buscando uma ênfase â Educação Ambiental e aos impactos causados pelos navios, incluindo a bioinvasão por água de lastro no contexto social e econômico. Noções da biologia das espécies invasoras e dos ecossistemas deveriam ser mais detalhadas nos cursos. Não basta apenas conhecer as leis, mas sim entender o que as justificam, e não simplesmente cumpri-Ia devido às sanções punitivas, pois uma vez que há a compreensão o cumprimento vem naturalmente, pois há a verdadeira conscientização do problema. A fundamentação teórica eguiu principalmente autores como: Enrique Leff, Isabel Carvalho, Edgar Morin, Mauro Guimarães, Paulo Freire, Genebaldo Freire Dias, Ulrich Beck e Anthony Giddens.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectEducação ambientalpt_BR
dc.subjectÁgua de lastro - Aspectos ambientaispt_BR
dc.subjectBioinvasãopt_BR
dc.subjectBiologia marinhapt_BR
dc.titleO conhecimento dos comandantes de navios sobre Bioinvasão por água de lastro nos portos do Estado do Paraná e a importância da educação ambientalpt_BR
dc.typeTesept_BR


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